A área de contabilidade continua a ter uma forte procura, mas sem a formação certa é difícil abrir portas neste setor. A boa notícia? Os melhores cursos de contabilidade preparam profissionais capazes de dominar ferramentas digitais e IA, analisar dados e acompanhar as mudanças constantes da legislação.

Neste guia, explicamos que formação é necessária para trabalhar em contabilidade, quais as competências mais procuradas pelas empresas e que cursos podem complementar o seu percurso profissional.

 

O que faz um profissional de contabilidade?

Os profissionais de contabilidade são responsáveis por organizar e analisar a informação financeira de empresas e outras organizações. O seu trabalho contribui para o cumprimento das obrigações fiscais e contabilísticas, mas também para apoiar a gestão na tomada de decisões.

Dependendo da função e da empresa, as principais responsabilidades podem incluir:

Atualmente, grande parte destas tarefas é realizada com recurso a software de contabilidade, folhas de cálculo e outras ferramentas digitais. Por esse motivo, além dos conhecimentos técnicos, as competências tecnológicas assumem um papel cada vez mais importante nesta profissão.

 

Competências mais valorizadas na área da contabilidade

Para trabalhar em contabilidade, o percurso mais comum passa pela formação em Contabilidade, Contabilidade e Administração, Gestão, Finanças ou áreas semelhantes.

Por outro lado, existem funções de apoio administrativo e financeiro onde a experiência profissional e a formação complementar podem ser suficientes para iniciar uma carreira e adquirir experiência na área.

A atualização de conhecimentos é igualmente importante. A legislação fiscal sofre alterações frequentes e os procedimentos contabilísticos acompanham a evolução das obrigações legais e das tecnologias utilizadas pelas empresas. Por isso, a formação contínua faz parte do desenvolvimento profissional de muitos contabilistas.

 

Competências que podem reforçar a carreira em contabilidade

Dominar os princípios da contabilidade continua a ser essencial, mas, atualmente, muitas empresas procuram profissionais capazes de ir além do registo e tratamento da informação financeira.

 

Excel avançado

O Excel continua a ser uma das ferramentas mais utilizadas na contabilidade. É frequentemente utilizado para organizar grandes volumes de informação, efetuar cálculos, criar tabelas dinâmicas, analisar dados financeiros e elaborar relatórios.

Dominar funcionalidades avançadas permite automatizar tarefas, reduzir os erros e tornar o trabalho diário significativamente mais eficiente.

 

Análise de dados e Business Intelligence

Cada vez mais empresas esperam que os profissionais de contabilidade consigam transformar os dados financeiros em informação útil para apoiar a gestão.

Competências em análise de dados e ferramentas como o Power BI permitem criar dashboards, acompanhar indicadores financeiros, identificar tendências e comunicar resultados de forma mais clara.

 

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial está a transformar a forma como muitas tarefas administrativas e financeiras são realizadas. É possível utilizá-la para resumir a legislação, analisar documentos, apoiar a elaboração de relatórios, automatizar tarefas repetitivas, esclarecer dúvidas técnicas ou acelerar a pesquisa de informação. Saber utilizar estas ferramentas de forma crítica e responsável pode representar uma vantagem competitiva.

 

Software de gestão e ERP

Grande parte das empresas utiliza um software específico para contabilidade, faturação, gestão documental ou sistemas ERP. Conhecer este tipo de plataformas facilita a integração nas organizações, melhora a eficiência dos processos e permite compreender melhor o funcionamento das diferentes áreas do negócio.

Programação e automação de processos

Não é uma competência obrigatória, mas ter conhecimentos de programação ajuda a automatizar tarefas repetitivas, tratar grandes volumes de dados, integrar informação proveniente de diferentes sistemas ou desenvolver pequenas soluções que aumentem a produtividade.

 

Comunicação e apresentação de informação financeira

O trabalho do profissional de contabilidade não termina na elaboração de relatórios. Muitas vezes é necessário explicar resultados financeiros, apoiar gestores ou colaborar com diferentes departamentos da empresa.

Desenvolver competências de comunicação facilita a apresentação de informação técnica de forma clara e contribui para uma melhor tomada de decisões.

 

Cursos para complementar uma carreira em contabilidade

A NCN não dispõe de cursos especificamente dedicados à contabilidade, mas conta com formações que permitem obter competências relacionadas e cada vez mais valorizadas pelas empresas. Aqui ficam algumas sugestões.

 

Primavera Consultant Pós-Laboral – Cegid Academy

Este programa prepara os participantes para utilizar e implementar o software Cegid Primavera, um dos sistemas ERP mais utilizados pelas empresas portuguesas. A formação combina uma forte componente prática com conhecimentos sobre processos financeiros, gestão empresarial e recursos humanos. O curso inclui ainda a possibilidade de acesso a estágio remunerado para os participantes que obtenham aproveitamento na certificação.

 

Data Analytics Full-time – Le Wagon

Este bootcamp ensina a recolher, tratar, analisar e visualizar os dados através de ferramentas como o Excel, SQL, Power BI e Python. A aprendizagem é prática e inclui projetos reais, permitindo desenvolver competências analíticas muito procuradas pelas empresas.

Este curso é especialmente útil para quem pretende evoluir para funções de controlo de gestão, reporting ou análise financeira.

 

Python Programming – Cisco Networking Academy

Este percurso formativo desenvolve competências de programação em Python, uma das linguagens mais utilizadas na automação de processos e análise de dados. A formação é realizada ao ritmo do participante e inclui preparação para certificações reconhecidas internacionalmente.

Embora não seja um fator eliminatório, ter conhecimentos em Python pode ajudar a automatizar tarefas repetitivas, tratar grandes volumes de dados, processar ficheiros Excel ou a desenvolver pequenos scripts que aumentem a produtividade em funções contabilísticas e financeiras.

 

Data Science & AI Part-time – Le Wagon

Este curso aborda a análise de dados, Machine Learning e Inteligência Artificial, recorrendo a ferramentas como Python, SQL e TensorFlow. A formação inclui projetos práticos e preparação para funções ligadas à ciência de dados.

Esta formação é indicada para profissionais que pretendam ir além da contabilidade tradicional e aprender sobre análise preditiva, automação e Inteligência Artificial. Pode ser uma mais-valia para funções em análise financeira, business intelligence ou transformação digital na área financeira.

 

Desenvolva competências que valorizam a sua carreira com a NCN

A contabilidade continua a ser uma profissão altamente especializada, mas também cada vez mais tecnológica. Se pretende reforçar o seu perfil profissional, explore a oferta formativa disponível na NCN.

Encontre a formação que melhor se adapta aos seus objetivos profissionais.

 

Obter novas competências não implica necessariamente frequentar um curso de longa duração. A formação modular foi criada precisamente para oferecer uma resposta mais flexível. Através de módulos de curta duração, consegue obter conhecimento valorizado pelas empresas, e construir uma qualificação de forma progressiva.

Neste artigo, explicamos o que é a formação modular, como funciona, quem a pode frequentar e o que deve ter em conta antes de escolher uma formação.

 

Formação modular: o que é?

A formação modular certificada é uma modalidade de formação profissional que permite adquirir ou atualizar competências através de Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD). Ao contrário dos cursos tradicionais, em que existe um plano de estudos completo e contínuo, estas formações são organizadas em módulos independentes. Ou seja, pode frequentar apenas as unidades mais relevantes para os seus objetivos.

Prevista no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações e enquadrada por legislação como a Portaria n.º 66/2022, a formação modular baseia-se nos referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ). Isto significa que as competências adquiridas são oficialmente reconhecidas e podem ser capitalizadas para a obtenção de uma qualificação profissional.

Na maioria dos casos, cada UFCD tem uma duração de 25 ou 50 horas, embora seja possível combinar várias unidades e construir um percurso de formação mais completo.

 

Quem pode frequentar uma formação modular?

A formação modular certificada destina-se, sobretudo, a adultos que pretendem melhorar as suas competências profissionais ou aumentar as oportunidades de emprego.

Podem frequentar esta modalidade:

Em situações específicas, também podem frequentar estas formações jovens com menos de 18 anos que estejam comprovadamente inseridos no mercado de trabalho ou em centros educativos, conforme previsto na legislação aplicável. As habilitações mínimas exigidas variam consoante o percurso formativo e o nível de qualificação associado.

 

Quais são as vantagens da formação modular?

Existem vários motivos para fazer uma formação modular certificada.

 

1. Atualiza competências sem frequentar um curso longo

Nem sempre é necessário iniciar uma formação extensa para evoluir profissionalmente. A formação modular permite aprofundar conhecimentos em áreas específicas, responder a novas exigências da profissão ou adquirir competências técnicas valorizadas pelas empresas atualmente, através de módulos de curta duração.

 

2. Pode conciliar a formação com a vida profissional

Por serem organizadas em unidades independentes, estas formações são frequentemente mais fáceis de compatibilizar com horários de trabalho ou outras responsabilidades pessoais. Esta flexibilidade torna-as particularmente interessantes para quem pretende continuar a trabalhar enquanto investe no seu desenvolvimento profissional.

 

3. Constrói uma qualificação de forma gradual

Ao contrário de muitas formações isoladas, as UFCD podem integrar um percurso de qualificação reconhecido. À medida que conclui novos módulos, o formando acumula competências que podem contribuir para a obtenção de uma certificação profissional prevista no Catálogo Nacional de Qualificações.

 

4. Desenvolve competências alinhadas com o mercado de trabalho

As formações modulares são construídas com base em referenciais nacionais de competências, de forma a responder às necessidades identificadas pelas empresas e pelos diferentes setores de atividade.

Por isso, representam uma forma prática de acompanhar a evolução das profissões e reforçar a empregabilidade.

 

Como escolher uma formação modular?

Como existem centenas de UFCD e percursos disponíveis, vale a pena analisar alguns critérios antes de se inscrever.

 

1. Defina o objetivo da formação

Antes de procurar um curso, identifique o que pretende alcançar.

Se procura atualizar competências para a função que já desempenha, podem bastar módulos numa área específica. Se o objetivo for mudar de profissão ou obter uma qualificação, poderá fazer mais sentido frequentar um percurso composto por várias unidades de formação.

Ter um objetivo bem definido ajuda a evitar formações que, apesar de interessantes, pouco acrescentam ao seu percurso profissional.

 

2. Confirme se a formação integra o Catálogo Nacional de Qualificações

Nem toda a formação de curta duração corresponde a uma formação modular certificada. Antes de se inscrever, confirme se o módulo ou o percurso fazem parte do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ). Desta forma, garante que a formação é oficialmente reconhecida e que as unidades concluídas podem ser capitalizadas para obter uma qualificação profissional no futuro.

 

3. Escolha uma entidade formadora certificada

A entidade que ministra a formação é tão importante como os conteúdos. Verifique se integra a rede de entidades formadoras do Sistema Nacional de Qualificações ou se possui certificação para desenvolver formação na respetiva área. Além disso, vale a pena consultar a experiência da entidade, a oferta formativa disponível e a ligação ao mercado de trabalho.

 

4. Analise os conteúdos do programa

Consulte o programa e confirme quais as competências que irá desenvolver, que ferramentas ou metodologias serão abordadas e se os conteúdos estão alinhados com as exigências da função que pretende desempenhar. Uma UFCD com um nome apelativo pode não abordar os temas de que realmente precisa de momento.

 

5. Avalie a duração e o regime da formação

As formações modulares foram pensadas para serem compatíveis com a vida profissional, mas a organização pode variar entre entidades. Antes de se inscrever, confirme a carga horária, o calendário, o regime de funcionamento (presencial, online ou híbrido) e o horário das sessões. Quanto mais compatível for a formação com a sua disponibilidade, maior será a probabilidade de a concluir com sucesso e de tirar o máximo partido da aprendizagem.

 

Melhores formações modulares do momento

Estas são algumas das formações modulares a ter em conta em várias áreas, de saúde à tecnologia.

 

Formação para Auxiliar de Ação Médica

Este curso prepara profissionais para desempenhar funções de apoio em unidades de saúde. Inclui módulos sobre prestação de cuidados, higiene e conforto do utente, alimentação e hidratação, prevenção e controlo da infeção, esterilização, comunicação em contexto de saúde e trabalho em equipas multidisciplinares, complementados por formação prática em contexto de trabalho.

 

Formação para Assistente de Contact Center

Destinada a quem pretende desenvolver uma carreira no atendimento ao cliente, esta formação aborda temas como comunicação profissional, técnicas de atendimento e negociação, gestão de reclamações, vendas, utilização de plataformas CRM, ferramentas digitais e inglês aplicado ao comércio e aos serviços. O percurso inclui igualmente formação em contexto de trabalho.

 

Formação para Software Developer

Indicada para quem pretende iniciar uma carreira na área tecnológica, esta formação integra módulos sobre algoritmos, programação orientada a objetos, bases de dados, desenvolvimento web, frameworks, desenvolvimento de aplicações móveis e quality assurance. O percurso termina com uma componente de formação prática em empresa.

 

Formação para Operador Especializado de Armazém, Adega e Lagar

Neste curso – vocacionado para o setor agroalimentar – encontra módulos sobre operações em adega e lagar, armazenamento, manutenção preventiva, qualidade alimentar, segurança no trabalho e condução de equipamentos de carga e descarga. Tal como os restantes percursos, inclui formação em contexto de trabalho para consolidar as competências adquiridas.

 

Dê o próximo passo na formação modular com a NCN

A formação modular é uma solução flexível para quem pretende aprender mais e evoluir profissionalmente. Explore as formações disponíveis na New Career Network (NCN) e descubra o caminho mais adequado para a próxima etapa da sua carreira.

 

A cibersegurança é hoje uma das áreas mais críticas para as empresas. No entanto, segundo o Observatório de Cibersegurança do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), a sociedade portuguesa apresenta ainda níveis de maturidade desiguais na forma como responde a estes riscos, apesar do reforço de medidas e da crescente atenção ao tema. Este desfasamento entre exposição e preparação está a acelerar a procura por competências na área.

É neste contexto que os cursos de cibersegurança se tornam particularmente relevantes. São agora uma porta de entrada para uma das áreas com maior crescimento e procura no mercado de trabalho.

 

O que se aprende nos cursos de cibersegurança?

A cibersegurança envolve a proteção de sistemas, redes e dados contra-ataques digitais, falhas de segurança e acessos não autorizados.

Ao longo de uma formação de cibersegurança é comum desenvolver competências como:

 

Tipos de cursos de cibersegurança

Nem todos os cursos de cibersegurança são iguais. Existem diferentes formatos, consoante o nível de experiência e objetivo profissional.

 

Cursos introdutórios

Destinam-se a quem está a começar na área. Focam-se em conceitos básicos de segurança digital, em redes e boas práticas de cibersegurança.

 

Bootcamps intensivos

Estas formações são práticas e aceleradas, com forte componente técnica. São orientadas para a entrada rápida no mercado de trabalho.

 

Cursos técnicos e profissionais

Incluem formações mais estruturadas e podem conferir uma qualificação profissional formal. Em alguns casos, incluem componente prática em contexto de trabalho (estágio), sendo indicados para quem procura uma formação mais completa e orientada para iniciar atividade na área.

 

Certificações profissionais

Estes cursos são concebidos para preparar os participantes para exames de certificações reconhecidas internacionalmente, emitidas por entidades como a Cisco, CompTIA ou EC-Council. São especialmente valorizados por empresas que procuram validar competências técnicas específicas.

 

Como escolher o curso certo de cibersegurança

Este passo a passo pode ajudar a tomar uma decisão.

 

1. Perceba o seu nível atual de conhecimentos

O primeiro passo é identificar o ponto de partida. Isto significa perceber se já tem bases em áreas como redes, sistemas operativos ou informática geral, ou se se está a começar do zero. Esta distinção é importante porque existem cursos com níveis muito diferentes de exigência técnica, e escolher um nível inadequado pode dificultar a aprendizagem ou limitar o aproveitamento da formação.

 

2. Defina o objetivo profissional

Depois de perceber o ponto de partida, é importante clarificar o objetivo. Algumas formações são mais orientadas para a entrada rápida no mercado de trabalho, enquanto outras são mais completas e focadas em especialização técnica. Por exemplo:

 

3. Analise o plano de estudos do curso

Em cibersegurança, cursos com nomes semelhantes podem ter conteúdos muito diferentes. Antes de se inscrever, consulte o plano curricular e confirme se o curso aborda os principais pilares da área, como:

Se pretende uma formação mais avançada, procure cursos de investigação forense digital, análise de malware, ethical hacking, segurança cloud, gestão de risco ou operações de SOC (Security Operations Center).

 

4. Avalie o equilíbrio entre teoria e prática

A cibersegurança é uma área altamente prática, pelo que a componente aplicada deve ter um peso relevante na formação. Cursos que incluem laboratórios, simulações, exercícios práticos ou projetos permitem desenvolver competências muito mais próximas da realidade profissional do que formações exclusivamente teóricas.

Sempre que possível, valorize também cursos que incluam formação em contexto real ou estágio numa empresa, uma vez que proporcionam contacto direto com os desafios e as ferramentas utilizadas no mercado de trabalho.

 

5. Verifique a certificação atribuída

Por fim, é importante analisar o tipo de certificação obtida no final da formação. Dependendo do curso, pode tratar-se de uma qualificação formal integrada no Quadro Nacional de Qualificações, de um certificado de formação profissional ou, em alguns casos, de uma formação orientada para certificações internacionais reconhecidas no setor da cibersegurança.

Este detalhe pode influenciar a forma como o seu perfil é interpretado em entrevistas de emprego e a facilidade com que pode evoluir para funções mais técnicas ou especializadas.

 

Melhores cursos de cibersegurança

Nesta secção reunimos algumas formações em cibersegurança disponíveis na NCN, com diferentes níveis de duração, profundidade técnica e orientação prática. O objetivo é ajudar a comparar opções e perceber que tipo de percurso pode fazer mais sentido para quem quer entrar ou evoluir nesta área.

 

Ethical Hacker – Cisco Networking Academy

Este curso é orientado para quem quer iniciar uma carreira em cibersegurança ofensiva, com foco em técnicas de Ethical Hacking e preparação para certificação. Combina conteúdos técnicos com módulos de inglês para IT, sendo uma opção forte para quem pretende entrar na área com uma base internacionalmente reconhecida.

 

Junior Cybersecurity Analyst – Cisco Networking Academy

Esta é uma formação introdutória focada em análise de segurança, monitorização de sistemas e noções fundamentais de redes e proteção digital. É uma opção de entrada para quem pretende começar por funções mais orientadas à análise e suporte em cibersegurança.

 

Curso de Analista de Cibersegurança – Academia Nacional de Cibersegurança

Este curso oferece uma formação abrangente em cibersegurança, com forte componente técnica e prática. Prepara os formandos para funções técnicas mais completas ao abordar áreas como redes e sistemas, programação em Python, gestão de vulnerabilidades, segurança de informação, criptografia, análise forense digital, investigação de malware, OSINT, segurança cloud e resposta a incidentes.

 

Curso de Cibersegurança – Master D

Este curso cobre os principais conceitos de cibersegurança, com foco na identificação de ameaças, análise de riscos e implementação de medidas de proteção em sistemas, redes e equipamentos informáticos. É uma opção mais abrangente para quem procura uma introdução estruturada à área e o desenvolvimento de competências fundamentais em segurança digital.

 

Na NCN encontra os melhores cursos em cibersegurança

Entrar na área da cibersegurança não depende apenas de escolher um curso. Depende de perceber que tipo de trabalho se quer fazer e escolher uma formação que faça sentido para isso. Afinal, a diferença entre uma boa decisão e uma escolha menos acertada está, muitas vezes, na informação usada para orientar esse caminho.

A NCN foi criada precisamente para apoiar esse processo. Reúne formação, vagas de emprego e dados de mercado profissional num único lugar, para ajudar a tomar decisões mais informadas e realistas.

 

Perder o emprego obriga, muitas vezes, a repensar o próximo passo. Para algumas pessoas, significa procurar uma nova oportunidade na mesma área. Para outras, pode ser o momento certo para adquirir novas competências ou até mudar de profissão.

É precisamente nesse contexto que os cursos financiados ganham relevância. Mas nem todos são iguais. Por isso, antes de escolher uma formação, vale a pena ler este artigo.

 

O que são cursos financiados para desempregados?

Os cursos financiados para desempregados são formações apoiadas por programas públicos ou fundos europeus que permitem aos participantes frequentar um curso a custo zero.

O principal objetivo destas formações gratuitas é promover a aquisição de novos conhecimentos e facilitar a integração ou reintegração no mercado de trabalho, sobretudo em áreas onde existe maior procura por profissionais.

Estas formações podem ser promovidas por diferentes entidades formadoras certificadas, como é o caso do IEFP, e decorrer em regime presencial, online ou híbrido. A duração, os critérios de acesso e os apoios disponíveis variam consoante o programa de financiamento e a entidade responsável pela formação.

 

Quem pode frequentar um curso financiado?

Não existe uma resposta única, porque os critérios variam de acordo com o programa de financiamento.

No entanto, muitas destas formações destinam-se a pessoas que:

Existem também programas financiados que aceitam candidatos empregados ou pessoas que pretendem melhorar as suas qualificações, pelo que vale a pena confirmar sempre os requisitos de cada curso antes da candidatura.

 

Que apoios podem estar incluídos?

Uma das principais vantagens dos cursos financiados é que, para além da gratuitidade da formação, podem incluir apoios destinados a reduzir os custos de participação.

Consoante o curso e a medida de financiamento, podem estar previstos apoios como:

Nem todos os cursos incluem os mesmos benefícios. Por isso, é importante consultar as condições específicas antes de efetuar a inscrição.

 

Como escolher um curso financiado?

O facto de um curso ser gratuito não significa, por si só, que seja a melhor opção. A escolha deve ter em conta o impacto que essa formação pode ter no seu percurso profissional e nas oportunidades de emprego (realisticamente) expectáveis depois de o terminar.

 

1. Escolha uma área com procura no mercado

Antes de decidir, procure perceber se a área da formação está associada a funções com procura real, como por exemplo tecnologia, logística, análise de dados, marketing digital ou áreas técnicas industriais.

Uma forma simples de avaliar isto é verificar se existem várias ofertas de emprego para funções semelhantes e se as empresas continuam a contratar perfis nessa área de forma consistente.

Pode fazer esta pesquisa através da NCN, através da página vagas de emprego.

 

2. Verifique a empregabilidade da formação

Sempre que possível, procure formações que indiquem haver uma ligação a empresas, estágios ou integração no mercado de trabalho.

Cursos com projetos práticos, simulação de contexto real ou contacto com ferramentas usadas pelas empresas tendem a facilitar a transição para uma função profissional.

 

3. Confirme que competências vai desenvolver

Não se baseie apenas no nome do curso. Analise o programa e verifique se irá trabalhar ferramentas ou competências concretas que aparecem nas ofertas de emprego, como por exemplo Excel avançado, SQL, Python, ferramentas de marketing digital, ERP ou sistemas industriais.

Quanto mais próximo estiver o conteúdo do curso da realidade das funções profissionais, maior o seu impacto no currículo.

 

4. Verifique a certificação atribuída

Alguns cursos conferem certificações reconhecidas no mercado, emitidas por entidades certificadas ou empresas tecnológicas.

Em certos casos, especialmente em formações de nível 4 ou EFA, os cursos podem também atribuir equivalência ao 12.º ano de escolaridade, o que pode ser relevante se pretende concluir uma qualificação escolar e profissional em simultâneo.

O tipo de certificação pode ser relevante em áreas mais técnicas, onde determinadas certificações são valorizadas pelos recrutadores.

 

5. Pense no que acontece depois da formação

Por fim, antes de se inscrever, procure responder a estas perguntas:

Se a resposta a estas questões não for clara, pode ser um sinal de que a formação não está suficientemente alinhada com o mercado ou com as suas necessidades do momento.

 

Melhores cursos financiados para desempregados

Estas formações são uma oportunidade para desenvolver competências práticas e melhorar a empregabilidade em setores com procura no mercado de trabalho.

 

Técnico de Eletrónica – Automação e Comando – ATEC

Este curso prepara profissionais para instalar, manter e reparar equipamentos elétricos, eletrónicos e sistemas de automação e telecomunicações em edifícios. Ao longo da formação, os formandos desenvolvem aptidões técnicas e realizam formação prática em contexto de trabalho.

O que inclui esta formação:

 

Técnico Especialista em Gestão e Controlo de Energia – ATEC

Este Curso de Especialização Tecnológica (CET) de nível 5 permite atuar na gestão, otimização e controlo de sistemas energéticos em edifícios e instalações industriais, com foco na eficiência energética e na redução de consumos. Ao longo da formação, os participantes desenvolvem competências técnicas em áreas como a eletricidade, automação, energias renováveis, AVAC e sistemas de gestão técnica de edifícios.

O que inclui esta formação:

 

Técnico de Reparação Eletrónica – PRO_MOV

Este percurso formativo integra o programa PRO_MOV e é desenvolvido em articulação com o IEFP, I.P. A programação combina aprendizagem teórica e prática, com uma forte ligação ao contexto empresarial. Ao longo do curso, os formandos aprendem a diagnosticar avarias, a realizar reparações e a validar o funcionamento dos equipamentos, seguindo normas técnicas e de segurança.

O que inclui esta formação:

 

Analista Químico – PRO_MOV

Esta formação também integra o programa PRO_MOV e ensina a desempenhar funções em contexto laboratorial, nomeadamente na realização de análises químicas e físicas em setores como a indústria farmacêutica, alimentar, química e têxtil. A formação tem uma forte componente prática e decorre em articulação com empresas do setor.

O que inclui esta formação:

 

Na NCN encontra o seu novo caminho profissional

Os cursos financiados são uma forma de adquirir novas competências sem ter de suportar os custos da formação num momento de desemprego. E é aqui que a NCN pode ajudar.

Na nossa plataforma pode encontrar cursos financiados com elevada empregabilidade, explorar diferentes profissões, consultar dados sobre salários e as tendências do mercado.

Com esta informação, fica mais fácil escolher uma formação alinhada com os seus objetivos e com o que o mercado realmente procura.

 

O contrato a termo certo é uma das modalidades de contratação mais utilizadas pelas empresas em Portugal, mas ainda gera muitas dúvidas entre os trabalhadores. Qual a sua duração máxima? Em que situações pode ser celebrado? O que acontece quando chega ao fim?

Neste artigo, explicamos as principais regras deste tipo de contrato.

 

O que é um contrato a termo certo?

O contrato de trabalho a termo certo é um contrato celebrado por um período previamente definido, em que a data de início e a data de fim da relação laboral são estabelecidas no momento da celebração do contrato. Trata-se de uma modalidade de contrato de trabalho a termo resolutivo, regulada pelos artigos 140.º a 149.º do Código do Trabalho.

Ao contrário do contrato sem termo  – também conhecido como contrato efetivo  – o contrato a termo certo termina na data previamente estabelecida, salvo se for renovado ou se se converter num contrato sem termo nas situações previstas na lei.

 

Em que situações pode ser celebrado o contrato a termo certo?

A lei prevê um conjunto de situações específicas em que é possível celebrar um contrato a termo certo. Fora destes casos, o contrato pode ser considerado sem termo.

Entre as principais situações previstas no Código do Trabalho encontram-se:

Além destas situações, o contrato a termo certo pode ainda ser celebrado no lançamento de nova atividade de duração incerta ou no início do funcionamento de uma empresa ou estabelecimento com menos de 250 trabalhadores, durante os dois anos seguintes. Também pode ser utilizado para contratar trabalhadores em situação de desemprego de longa duração.

A entidade empregadora tem de conseguir justificar a utilização deste tipo de contrato. Cabe-lhe provar que existe uma necessidade temporária que legitima a contratação e que o contrato é celebrado apenas pelo período estritamente necessário para responder a essa necessidade.

 

Contrato a termo certo: duração e como funciona a renovação

O contrato de trabalho a termo certo tem uma duração máxima de dois anos, incluindo todas as renovações.

A duração inicial é definida pelas partes no momento da celebração do contrato, desde que respeite o motivo que justifica a contratação. Em algumas situações, como na execução de uma tarefa ocasional ou na substituição temporária de um trabalhador, o contrato pode ter uma duração inferior a seis meses, desde que corresponda ao tempo necessário para satisfazer essa necessidade temporária.

No que diz respeito à renovação, o contrato pode:

A lei permite a renovação até três vezes, desde que continuem a verificar-se os fundamentos que justificaram a celebração do contrato e sejam respeitados os restantes requisitos legais.

 

Quais são os direitos de um trabalhador com contrato a termo certo?

Um trabalhador com contrato a termo certo tem os mesmos direitos e deveres de um trabalhador com contrato sem termo que desempenhe funções comparáveis. A lei apenas admite diferenças de tratamento quando existam razões objetivas que as justifiquem.

Entre os principais direitos do trabalhador com contrato a termo certo estão incluídos:

Além disso, após a cessação do contrato, o trabalhador tem, durante 30 dias, preferência na celebração de um contrato sem termo, em igualdade de condições, caso o empregador proceda ao recrutamento externo para funções idênticas às que desempenhava. Se este direito não for respeitado, o empregador pode ser obrigado a indemnizar o trabalhador no valor correspondente a três meses de retribuição base.

 

Como termina um contrato a termo certo?

O contrato de trabalho a termo certo pode renovar-se automaticamente, caso nenhuma das partes comunique a intenção de o cessar. Se o empregador ou o trabalhador comunicar, por escrito e dentro do prazo legal, que não pretende renovar, o contrato termina na data prevista.

No caso de ser o empregador a não querer renovar o contrato, deve comunicar essa decisão ao trabalhador com uma antecedência mínima de 15 dias antes do fim do contrato.

Se o trabalhador não pretender renovar o contrato, deve comunicar essa decisão ao empregador com uma antecedência mínima de 8 dias antes do fim do contrato.

 

O trabalhador com contrato a termo certo tem direito a compensação?

Quando a cessação ocorre por caducidade por iniciativa do empregador, o trabalhador tem direito a uma compensação correspondente a 24 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano completo de antiguidade, calculada nos termos previstos no Código do Trabalho.

No final do contrato, o trabalhador tem ainda direito a receber os valores que lhe sejam devidos, nomeadamente:

 

Quando é que um contrato a termo certo passa a contrato sem termo?

Um contrato a termo certo pode converter-se num contrato sem termo quando não são cumpridas as regras previstas na lei para a contratação a termo.

Isto pode acontecer, nomeadamente, quando:

Nestas situações, o contrato considera-se celebrado sem termo, mantendo-se a antiguidade do trabalhador desde o início da prestação de trabalho.

 

Prepare o seu futuro profissional com mais conhecimento

Conhecer as regras associadas aos diferentes tipos de contrato de trabalho, incluindo o contrato a termo certo, é essencial para tomar decisões mais informadas sobre o seu percurso profissional.

Se pretende desenvolver novas competências e aumentar as suas oportunidades no mercado de trabalho, conheça as formações disponíveis na NCN e encontre o curso mais adequado aos seus objetivos profissionais.

 

Nem todas as oportunidades de emprego chegam aos portais de recrutamento. Muitas empresas recorrem a bases de dados de candidatos ou analisam candidaturas espontâneas quando surge uma nova necessidade de contratação.

Por isso, uma candidatura espontânea bem preparada pode colocá-lo na lista de potenciais candidatos antes mesmo de iniciar um processo de recrutamento.

No entanto, para que este tipo de candidatura seja eficaz, é importante escolher bem as empresas, adaptar a mensagem e mostrar de forma clara o valor que pode acrescentar.

Neste artigo, explicamos como fazer uma candidatura espontânea, os erros que deve evitar e como aumentar as probabilidades de ser contactado.

 

O que é uma candidatura espontânea?

Uma candidatura espontânea é uma candidatura enviada a uma empresa sem existir uma oferta de emprego publicada para a função pretendida.

Ao contrário de uma candidatura tradicional, em que responde a uma vaga específica, aqui é o candidato que toma a iniciativa de demonstrar interesse em trabalhar na organização. Com este tipo de candidatura pode dar-se a conhecer antecipadamente e ser considerado quando surgirem oportunidades no futuro.

 

Quando vale a pena enviar uma candidatura espontânea?

Enviar uma candidatura espontânea pode ser uma boa opção quando:

 

 Como fazer uma candidatura espontânea

Uma candidatura espontânea eficaz exige alguma preparação. Como não existe uma vaga específica à qual responder, é importante que a candidatura mostre, desde o primeiro contacto, porque faz sentido para a empresa conhecer o seu perfil.

Estes são os principais passos.

 

1. Escolha bem as empresas

Um dos erros mais comuns é enviar a mesma candidatura para dezenas de empresas sem qualquer critério. Antes de enviar o currículo, procure perceber:

Quanto mais alinhada estiver a empresa com o seu percurso e objetivos, maior será a probabilidade de a candidatura despertar interesse.

 

2. Pesquise antes de enviar a candidatura

Além de pesquisar a empresa, é útil analisar o mercado e perceber quais são as profissões mais procuradas, os salários médios da área, as competências mais valorizadas e as perspetivas de crescimento da profissão.

Ferramentas como a NCN podem ajudar neste processo. Aqui, pode explorar diferentes profissões, consultar dados do mercado de trabalho – incluindo o respetivo salário médio de determinada área -, comparar carreiras e identificar as oportunidades alinhadas com o seu perfil. Mesmo que uma empresa não tenha vagas abertas naquele momento, esta informação ajuda a perceber onde faz mais sentido investir tempo e esforço numa candidatura espontânea.

 

3. Encontre o contacto certo

Sempre que possível, envie a candidatura para o departamento de Recursos Humanos ou para a pessoa responsável pelo recrutamento.

Se a empresa disponibilizar um endereço de e-mail específico para candidaturas, utilize-o. Caso contrário, pode recorrer ao LinkedIn ou ao website da empresa para identificar o contacto mais adequado.

Evite enviar currículos para endereços genéricos quando existirem canais próprios para recrutamento. Caso contrário, o mais provável é que o seu e-mail nunca venha a ser aberto.

 

4. Adapte o currículo à empresa

Mesmo sem uma oferta publicada, o currículo deve ser ajustado à realidade da empresa.

Destaque as experiências e competências mais relevantes para o setor em que pretende trabalhar e procure utilizar uma linguagem próxima da utilizada pela própria organização.

O objetivo é facilitar a identificação entre aquilo que a empresa poderá vir a precisar e o valor que pode acrescentar.

 

5. Escreva uma mensagem personalizada

A mensagem que acompanha o currículo é tão importante como o próprio CV. Portanto, explique de forma objetiva:

Evite mensagens demasiado longas. Na maioria dos casos, três ou quatro parágrafos curtos são suficientes para despertar interesse.

 

6. Mostre o valor que pode acrescentar

Uma candidatura espontânea não deve centrar-se apenas naquilo que procura. Em vez de explicar apenas que pretende uma oportunidade, demonstre de que forma as suas competências podem contribuir para a empresa.

Sempre que possível, apresente exemplos concretos de projetos, resultados alcançados ou experiências relevantes que sustentem a sua candidatura.

 

7. Faça um acompanhamento com bom senso

Se não obtiver resposta, pode fazer um contacto de acompanhamento passadas uma ou duas semanas. Uma mensagem breve e educada é suficiente para confirmar a receção da candidatura e reforçar o interesse em integrar a empresa.

Caso não exista resposta, evite insistir repetidamente. O mais indicado é continuar a procurar novas oportunidades e alargar a pesquisa a outras organizações.

 

Erros mais comuns numa candidatura espontânea

Mesmo os candidatos qualificados podem reduzir significativamente as hipóteses de sucesso ao cometer alguns erros simples.

 

Exemplo de candidatura espontânea

Uma candidatura espontânea deve ser breve, personalizada e demonstrar claramente porque pretende integrar aquela empresa.

Guarde este exemplo e adapte consoante o seu caso.

 

Assunto: Candidatura espontânea – Gestor de Marketing

Mensagem:

Exmos. Senhores,

O meu nome é João Silva e acompanho o trabalho da vossa empresa há vários anos, sobretudo os projetos desenvolvidos na área do marketing digital.

Ao longo do meu percurso profissional desenvolvi experiência em gestão de campanhas, criação de conteúdos e análise de resultados, competências que acredito poder colocar ao serviço da vossa equipa.

Em anexo envio o meu currículo para eventual consideração em futuras oportunidades.

Agradeço desde já a atenção e fico disponível para prestar qualquer esclarecimento adicional.

Com os melhores cumprimentos,
João Silva

 

Cursos para enriquecer o currículo e aumentar as hipóteses de destaque

Ter experiência relevante é importante, mas a formação pode ser um fator decisivo para demonstrar iniciativa e que as suas competências estão atualizadas e alinhadas com as atuais necessidades do mercado de trabalho.

Espreite estas sugestões de cursos.

 

Data Analyst – PRO_MOV

Este curso prepara profissionais para trabalhar com análise e interpretação de dados, uma competência cada vez mais valorizada em diferentes setores. Ao longo da formação, os participantes aprendem a tratar, analisar e cruzar dados, transformando a informação em relatórios e dashboards que apoiam a tomada de decisão nas empresas.

No final, os formandos ficam preparados para funções como Data Analyst, Business Intelligence Analyst ou Data Specialist, com competências aplicáveis em áreas como tecnologia, finanças, retalho ou consultoria.

 

Primavera Consultant Pós-Laboral – Cegid Academy

Esta formação é orientada para o desenvolvimento de competências em sistemas de gestão empresarial (ERP), com foco no software Cegid Primavera. O curso combina conhecimentos técnicos com processos de negócio nas áreas financeira e de recursos humanos e prepara profissionais para funções de consultoria e análise de sistemas empresariais.

Uma das vantagens do programa é a forte componente prática e a possibilidade de acesso a estágio remunerado para os participantes com melhor desempenho, o que reforça a ligação direta ao mercado de trabalho.

 

Growth Marketing Part-Time Remoto – Le Wagon

Este curso foca-se em marketing digital, crescimento de negócio e utilização de ferramentas de inteligência artificial e no-code. Os participantes desenvolvem competências em estratégia de marketing, análise de dados e otimização de campanhas, com uma abordagem prática e orientada para resultados.

Com este curso, fica preparado para funções como Marketing Specialist, Social Media Specialist ou Marketing Assistant, em áreas cada vez mais digitais e orientadas a performance.

 

CyberSecurity Bootcamp – 4Geeks Academy

Este bootcamp prepara profissionais para entrar na área da cibersegurança, uma das áreas com maior crescimento no setor tecnológico. A formação cobre redes, sistemas, segurança em cloud, testes de intrusão e gestão de riscos, incluindo normas como a ISO 27001 e NIST.

Concluído o curso, os participantes podem desempenhar funções como Cyber Security Analyst, Network Support Specialist ou Security Technician.

 

Uma candidatura espontânea começa muito antes de enviar o currículo

O sucesso de uma candidatura espontânea depende, sobretudo, de escolher as empresas certas, perceber onde existem as melhores oportunidades e adaptar cada candidatura ao contexto da organização.

Na NCN, pode explorar profissões, consultar dados sobre o mercado de trabalho, encontrar oportunidades de emprego e identificar percursos profissionais alinhados com o seu perfil. Além disso, encontra inúmeros cursos para enriquecer o seu currículo.

Com tudo isto, fica mais fácil direcionar as suas candidaturas e tomar decisões mais informadas sobre o próximo passo da sua carreira.

 

A mecanização, a especialização das culturas e a evolução tecnológica alteraram a forma como se produzem alimentos e como se gerem as explorações agrícolas.

É aqui que os cursos de agricultura ganham relevância. Em vez de se focarem apenas nas bases, estas formações ajudam a preparar profissionais para um setor que está a mudar e que exige um know-how mais rigoroso.

Descubra se um curso de agricultura faz sentido para si, como escolher e as melhores formações do momento.

 

Quando faz sentido tirar um curso de agricultura?

Hoje, esta formação faz sentido em vários contextos muito específicos. Destacamos os seguintes cenários:

 

Quando quer entrar na agricultura sem experiência prévia

Muitas pessoas entram na agricultura sem qualquer formação formal, especialmente em trabalhos sazonais ou familiares. No entanto, isso pode limitar as oportunidades a médio prazo.

Um curso faz sentido quando pretende passar de trabalho manual pontual para uma carreira mais estável, por exemplo em explorações agrícolas, cooperativas ou empresas do setor agroalimentar. Nestes casos, a formação ajuda a perceber não só “como fazer”, mas também porque é que certas práticas funcionam (ou não funcionam), desde a preparação do solo até à gestão de culturas.

 

Quando está a assumir uma exploração agrícola

Muitas explorações ainda funcionam com métodos tradicionais, pouco otimizados ou pouco eficientes. Nestes casos, um curso de agricultura é particularmente útil para aprender:

 

Quando quer mudar de agricultura tradicional para a produção biológica ou sustentável

A agricultura biológica não é somente “não usar químicos”. É um sistema completo com regras próprias, certificações e métodos específicos de produção.

Para quem pretende fazer a transição de agricultura convencional para biológica, um curso especializado pode ser útil para perceber as normas de certificação e requisitos legais associados, assim como aprender sobre o controlo natural de pragas e doenças e como adaptar os solos e as culturas a métodos mais sustentáveis.

Sem formação, esta transição tende a ser difícil porque há muitos detalhes técnicos e regulamentares que não são intuitivos.

 

Quando quer trabalhar em agritech

A agricultura está cada vez mais ligada à tecnologia. Hoje já se fala de sensores de solo, drones, irrigação inteligente e análise de dados agrícolas. Uma vez mais, um curso faz sentido se pondera entrar em áreas como:

 

Quando quer melhorar os resultados de produção ou rentabilidade

Mesmo para quem já trabalha na agricultura, a formação pode ter impacto direto no rendimento. O curso certo pode ensinar a reduzir o desperdício de água e fertilizantes, a melhorar a produtividade por hectare, bem como a escolher melhor as culturas em função do solo e do clima e a aumentar a eficiência na colheita e no armazenamento.

 

Quando quer acesso a oportunidades mais qualificadas no setor

Muitas funções em empresas agrícolas, cooperativas ou indústria agroalimentar já exigem formação específica. Um curso pode ser o que o permite aceder a funções como técnico agrícola, gestor de exploração ou assistente em empresas agroindustriais.

 

Como escolher os melhores cursos de agricultura

Nem todos os cursos de agricultura têm o mesmo objetivo. Por isso, antes de escolher um curso, vale a pena analisar alguns critérios que podem fazer a diferença na qualidade da formação e na sua utilidade, consoante os objetivos que pretende alcançar.

 

Escolha uma formação alinhada com o seu objetivo profissional

O primeiro passo é perceber o que pretende fazer depois do curso. Quem quer trabalhar diretamente na produção agrícola pode beneficiar mais de uma formação focada em culturas, solos, irrigação e operações agrícolas. Já quem pretende gerir uma exploração ou desenvolver um negócio agrícola poderá precisar de competências em gestão, planeamento e análise de custos.

Além disso, também existem formações mais especializadas em áreas como agricultura biológica, viticultura, horticultura ou agricultura de precisão. Ou seja, quanto mais claro for o objetivo, mais fácil será identificar o curso mais adequado.

 

Privilegie formações com componente prática

A agricultura é uma atividade que se aprende em grande parte através da aplicação prática dos conhecimentos. Por isso, é importante verificar se o curso inclui atividades em contexto real, demonstrações técnicas, visitas a explorações agrícolas ou projetos práticos.

Temas como preparação do solo, gestão da irrigação, monitorização de culturas ou utilização de equipamentos agrícolas tornam-se mais fáceis de compreender quando existe contacto direto com a realidade do setor.

 

Avalie os conteúdos relacionados com gestão de recursos

Questões como a eficiência no uso da água, a preservação dos solos, a redução do desperdício e a adaptação às alterações climáticas fazem parte dos desafios diários dos produtores.

Por isso, os melhores cursos tendem a integrar conteúdos relacionados com:

 

Verifique se o curso acompanha a evolução tecnológica

Procure cursos que abordem temas como:

Estas competências tendem a ganhar importância à medida que o setor continua a modernizar-se.

 

Considere as oportunidades profissionais do curso

Analise quais são as possíveis saídas profissionais da formação e de que forma estas se relacionam com as necessidades atuais do mercado. Alguns cursos preparam para funções mais operacionais, enquanto outros podem abrir portas para áreas como:

 

Avalie a adaptação do curso à realidade agrícola

Nem toda a formação agrícola é igualmente útil para todos os contextos. As necessidades de quem trabalha no Alentejo, numa exploração de olival ou amendoal, são diferentes das de quem produz hortícolas no Oeste ou vinho no Douro. Nesse sentido, vale a pena perceber se a programação está alinhada com a sua realidade regional.

 

Confirme se existem contactos com produtores e empresas do setor

Por fim, uma das maiores vantagens de algumas formações é a possibilidade de criar rede de contactos. Ao longo do curso, o contacto com produtores, cooperativas, associações agrícolas e empresas do setor pode ajudar a compreender melhor o mercado e até facilitar futuras oportunidades profissionais. Em áreas muito práticas como a agricultura, aprender com quem trabalha diariamente no terreno pode ser tão valioso quanto os conteúdos lecionados em sala.

 

Melhores cursos de agricultura

Depois de perceber o que deve procurar numa formação agrícola, vale a pena conhecer alguns cursos que se destacam para quem pretende trabalhar no setor. Na NCN encontra os seguintes:

 

Operador Especializado de Armazém, Adega e Lagar (PRO_MOV)

Esta formação teórico-prática foi desenvolvida para responder às necessidades da produção vitivinícola e oleícola. Ao longo do curso, os participantes desenvolvem competências relacionadas com operações de armazém, adega e lagar, incluindo processos de receção, armazenamento, controlo e acompanhamento da produção.

A formação aborda também práticas de qualidade e segurança e, no final, os formandos podem desempenhar funções como Analista de Controlo de Qualidade, Técnico Industrial ou Trabalhador Agrícola.

 

Operador Agrícola Especializado (PRO_MOV)

Este curso foi concebido para quem pretende adquirir competências práticas diretamente ligadas à produção agrícola, com especial enfoque em três das culturas mais relevantes em Portugal: vinha, olival e tomate.

A formação teórico-prática permite aos participantes compreender as diferentes fases do ciclo produtivo, desde a preparação do terreno até às operações de manutenção e colheita. No final da formação, os participantes ficam preparados para exercer funções como Operador Agrícola, com conhecimentos aplicáveis a diferentes contextos de produção agrícola.

 

NCN, o primeiro passo para uma carreira em agricultura

A agricultura é hoje muito mais do que uma atividade tradicional. É um setor que combina produção, sustentabilidade, inovação e tecnologia, e exige profissionais cada vez mais qualificados para responder aos desafios que enfrenta.

Na NCN pode explorar diferentes cursos de agricultura e comparar opções. Desta forma, torna-se mais fácil encontrar um percurso que permita desenvolver as competências necessárias para evoluir na carreira.

 

Todos os dias, as empresas geram dados através de websites, aplicações, vendas e interações com clientes. No entanto, esses dados, por si só, não têm valor se não forem interpretados. A função do Analista de Dados é transformar a informação bruta em insights claros que ajudam as empresas a tomar melhores decisões.

Fique a saber o faz realmente um Analista de Dados no dia a dia e conheça dicas valiosas para entrar na área.

 

O que é um analista de dados?

Um Analista de Dados, ou Data Analyst, é um profissional responsável por recolher, organizar e interpretar dados para responder a questões de negócio.

Além de analisar números, o seu principal objetivo é encontrar padrões, tendências e informação relevante que ajude as empresas a melhorar os seus produtos, serviços e estratégias.

No dia a dia, isto pode incluir:

 

Que ferramentas usa um Analista de Dados?

O trabalho de um Analista de Dados depende de várias ferramentas digitais que lhe permitem tratar, analisar e visualizar a informação. Não é tanto uma questão de usar muitas tecnologias diferentes, mas sim de saber escolher as ferramentas certas para cada tipo de problema.

As mais comuns incluem:

Estas ferramentas não funcionam de forma isolada. Em muitos casos, o trabalho passa por combinar várias delas, para ir desde a recolha dos dados até à apresentação dos resultados.

 

Analista de Dados: salário em Portugal

O salário de um Analista de Dados em Portugal varia consoante a experiência, o setor e as competências técnicas, mas é geralmente uma das funções de entrada na área de tecnologia com melhor progressão salarial.

De acordo com o Brighter Future, o salário médio de um analista de dados ronda os 2.604€ mensais, podendo variar significativamente entre perfis juniores e profissionais mais experientes.

Atualmente, existem cerca de 13 mil profissionais na área em Portugal, o que mostra uma profissão já consolidada, mas ainda com procura ativa no mercado.

Outro dado relevante é que a maioria dos profissionais da área tem formação superior, embora existam cada vez mais percursos alternativos através de formações práticas e bootcamps.

Por fim, esta função tem uma evolução natural muito clara no mercado, sendo que uma das transições mais comuns é para Data Scientist, sobretudo quando o profissional aprofunda competências em modelação e machine learning.

 

Dicas para se tornar Analista de Dados

O que diferencia quem entra na área é essencialmente a capacidade de aplicar todo o conhecimento teórico adquirido em contexto real.

 

1. Desenvolva a capacidade de interpretação de dados

Um bom analista não se limita a olhar para números: procura perceber de onde vêm, o que representam, que contexto lhes falta e que decisões podem apoiar. Por exemplo, se as vendas de uma loja online aumentaram 20% num mês, a primeira pergunta seria “porquê?”. O crescimento pode estar relacionado com uma campanha de marketing, uma promoção temporária, sazonalidade, aumento de tráfego pago ou até uma alteração no método de registo dos dados.

Esta capacidade implica também saber distinguir entre correlação e causa. Se uma empresa verifica que os clientes que recebem newsletters compram mais, isso não significa automaticamente que a newsletter causou o aumento das compras. Pode acontecer que os clientes mais fiéis sejam precisamente os que mais abrem emails. Cabe ao analista levantar hipóteses, comparar segmentos, procurar tendências e evitar conclusões apressadas. A interpretação de dados exige, por isso, espírito crítico e capacidade de fazer boas perguntas.

Mais do que saber aplicar fórmulas complexas, importa conseguir transformar dados em raciocínio de negócio: perceber se uma queda nas vendas é um problema de procura, preço, produto, canal, stock ou experiência do cliente.

 

2. Aprenda a utilizar as ferramentas mais usadas no mercado de trabalho

A parte técnica é inevitável, mas deve ser encarada como um meio e não como um fim. Na maioria das empresas, o trabalho começa com ferramentas como Excel para uma análise rápida e organização de informação. A partir daí, o SQL torna-se essencial para extrair dados diretamente de bases de dados, uma competência praticamente obrigatória na área.

Com o tempo, entram ferramentas de visualização como Power BI ou Looker Studio, que permitem transformar os dados em dashboards e relatórios claros para equipas de gestão. Em contextos mais técnicos, Python surge como complemento para análises mais avançadas e automação de processos.

 

3. Trabalhe com dados reais desde cedo para ganhar experiência

Um dos maiores desafios para quem quer entrar na área de análise de dados é perceber que, no mundo real, os dados raramente chegam organizados, completos e prontos a usar. Muitas vezes estão espalhados por várias fontes, têm erros, duplicações, valores em falta, formatos inconsistentes ou métricas mal definidas. Por exemplo, uma base de clientes pode ter nomes escritos de formas diferentes, datas em formatos distintos, vendas registadas duas vezes ou campos importantes por preencher. Antes de fazer gráficos ou tirar conclusões, o analista precisa de limpar, validar e compreender os dados com que está a trabalhar.

Por isso, é importante ganhar experiência prática desde cedo, usando dados reais ou cenários próximos da realidade empresarial. Projetos com dados públicos, bases de e-commerce, estatísticas de marketing ou dados financeiros podem ajudar a simular problemas concretos. Em vez de apenas criar um gráfico, o objetivo deve ser responder a uma pergunta de negócio: que produtos vendem melhor? Porque aumentou o abandono de clientes? Que campanha teve melhor retorno? Onde existem quebras no funil de conversão? Este tipo de exercício aproxima a aprendizagem daquilo que um data analyst faz no dia a dia.

Trabalhar com dados reais também ajuda a desenvolver competências que não se aprendem apenas em cursos: fazer boas perguntas, lidar com informação incompleta, explicar limitações da análise, escolher métricas adequadas e apresentar conclusões de forma clara a pessoas que não têm perfil técnico. Um bom projeto de portefólio deve mostrar todo o processo: recolha dos dados, limpeza, análise, visualização, principais conclusões e recomendações.

 

4. Perceba onde existe procura por analistas de dados

O analista de dados é uma das funções mais transversais do mercado atual. Em Portugal e internacionalmente, esta profissão existe em praticamente todos os setores que trabalham com informação. É comum encontrar analistas de dados em empresas de tecnologia, banca, seguros, retalho, consultoria e telecomunicações, mas também em áreas como saúde, logística e administração pública.

Independentemente do setor, o objetivo é sempre o mesmo: transformar dados em decisões. Por isso, o analista trabalha frequentemente em contacto com equipas de marketing, produto, finanças e operações, integrando-se em equipas multidisciplinares.

 

5. Evolua a partir de funções de entrada

A entrada na área raramente acontece diretamente em posições séniores. O mais comum é começar em funções mais juniores ou de suporte à análise de dados. Com o tempo, esta experiência evolui naturalmente para funções mais especializadas, como Data Scientist, Data Engineer ou funções mais estratégicas dentro de equipas de Business Intelligence.

 

6. Desenvolva a capacidade de comunicação

Ser analista de dados não é apenas trabalhar com números. Uma parte crítica do trabalho é conseguir explicar resultados de forma simples e clara. Isso significa traduzir análises complexas em recomendações compreensíveis para equipas não técnicas e conseguir ligar sempre os dados ao impacto real no negócio.

 

Analista de Dados: Cursos disponíveis na NCN

Existem várias formações que permitem entrar na área de análise de dados, desde bootcamps intensivos até programas mais longos e estruturados. Abaixo estão algumas opções de referência:

 

Data Analyst – PRO_MOV

8 meses | Presencial | Gratuito | Português

 Esta formação é uma das opções mais acessíveis para entrada na área de dados em Portugal, com foco em empregabilidade e integração no mercado de trabalho. O programa centra-se na análise, tratamento e cruzamento de dados, com forte componente prática na criação de relatórios e dashboards para apoio à decisão.

No final, os formandos podem seguir caminhos como Analista de Dados, Business Intelligence Analyst ou Data Warehousing Specialist, sendo uma opção especialmente relevante para quem procura uma transição de carreira estruturada.

 

Data Analytics Full-Time – Le Wagon

360 horas | Presencial (Lisboa) | Pago | Inglês

 Este bootcamp trata-se de uma formação intensiva focada em preparar profissionais para funções de análise de dados em contexto empresarial. O percurso cobre todo o ciclo de dados, desde a recolha até à visualização, com ferramentas como SQL, Python e bibliotecas de análise de dados, combinando competências técnicas e de negócio.

 

Data Analyst Pós-Laboral – TechOf

250 horas | Híbrido | Pago | Português

Este programa foi desenhado para quem pretende conciliar a formação com a atual atividade profissional, sendo uma opção mais flexível para entrar na área. O curso foca-se na análise de grandes volumes de dados e criação de insights para apoio à decisão, utilizando ferramentas atuais de análise e visualização.

Permite acesso a funções como Data Analyst, Business Analyst, Business Intelligence Analyst e Market Research Analyst, sendo uma formação orientada quem pretende transitar de área ou iniciar-se nesta.

 

Data Science & Machine Learning Bootcamp – 4Geeks Academy

18 semanas | Remoto | Pago | Inglês

Este bootcamp é uma formação intensiva orientada para quem quer evoluir para funções mais técnicas na área de dados e inteligência artificial. Ao longo do programa, os participantes desenvolvem competências em Python, SQL, estatística aplicada e ferramentas de visualização de dados, como Looker e Streamlit.

A formação inclui ainda a construção de modelos de machine learning, desde algoritmos mais simples como árvores de decisão até modelos mais avançados de aprendizagem supervisionada e não supervisionada.

Um dos principais diferenciais deste curso é a amplitude de saídas profissionais, permitindo evoluir não só para Analista de Dados, mas também para funções como Data Scientist, Data Engineer ou Machine Learning Specialist, dependendo da progressão de competências.

 

NCN, o próximo passo na sua vida profissional

Escolher uma carreira na área de dados implica perceber não apenas o que cada profissão faz, mas também que competências são valorizadas, que oportunidades existem no mercado e como evoluir profissionalmente ao longo do tempo.

Na NCN encontra uma grande oferta de cursos e formações para evoluir na área e tornar-se um analista de dados.

Comece hoje a explorar o seu futuro profissional na New Career Network.

 

Escolher um curso é uma das decisões mais importantes para o futuro profissional, mas também uma das mais difíceis. Entre paixões, oportunidades de emprego e pressão para “acertar”, muitos sentem-se perdidos.

Afinal, como saber qual o caminho certo? Conhecer as saídas profissionais de cada área pode ser o primeiro passo para fazer uma escolha mais consciente e segura.

 

Como escolher um curso com base nas saídas profissionais

Para tomar uma decisão mais segura e alinhada com o futuro, é importante analisar vários fatores antes de escolher um curso. Desde os interesses pessoais até às oportunidades no mercado de trabalho, existem alguns passos que podem ajudar a identificar a melhor opção.

 

Verifique as funções que vai poder exercer

Antes de escolher, informe-se quanto às tarefas associadas a essa área. Vai trabalhar com dados, pessoas, máquinas ou processos? O dia a dia será mais técnico, analítico ou estratégico?

O objetivo é simples: perceber com clareza o tipo de funções que irá desempenhar depois de terminar o curso.

 

Avalie a empregabilidade da área

Antes de escolher um curso, é importante perceber qual é a procura real por profissionais dessa área no mercado de trabalho. Muitas profissões têm uma imagem positiva ou são frequentemente associadas a bons salários, mas isso nem sempre significa que existam oportunidades suficientes ou estabilidade a longo prazo. Por isso, vale a pena analisar se a área está em crescimento, estabilizada ou em declínio.

Mais do que seguir tendências momentâneas, procure perceber se as competências desenvolvidas nesse curso continuam a ser valorizadas ao longo do tempo. Áreas ligadas à tecnologia, dados, saúde, engenharia e energia, por exemplo, têm registado uma procura consistente porque as competências são aplicáveis em diferentes setores e tipos de empresas.

Por exemplo, alguém que escolha uma área ligada à análise de dados poderá trabalhar em banca, retalho, saúde, marketing ou tecnologia. Já profissionais de cibersegurança são procurados tanto por startups como por grandes empresas e organismos públicos, devido ao aumento das ameaças digitais.

 

Analise a versatilidade das saídas profissionais

Um curso não deve preparar apenas para uma profissão específica, mas sim abrir portas a diferentes caminhos de carreira. Quanto mais versátil for a base de competências adquiridas, maior será a capacidade de adaptação às mudanças do mercado de trabalho e às oportunidades que possam surgir no futuro.

Ao analisar um curso, procure perceber quais são as funções que pode desempenhar após a formação e se existem várias especializações possíveis. Um curso com uma forte componente prática, projetos reais e competências transferíveis tende a oferecer mais flexibilidade profissional.

Por exemplo:

Esta diversidade é importante porque os interesses profissionais podem mudar ao longo do tempo. Ter competências aplicáveis a diferentes funções aumenta as oportunidades de crescimento e empregabilidade.

 

Verifique se o curso desenvolve competências práticas

Além da componente teórica, é importante avaliar se o curso ajuda a desenvolver competências práticas relevantes para o mercado de trabalho. Atualmente, muitas empresas valorizam candidatos que já tenham experiência em projetos, ferramentas e metodologias utilizadas no dia a dia profissional.

Procure cursos que incluam projetos práticos, estudos de caso, estágios, simulações ou contacto com empresas. Estas experiências ajudam a aplicar conhecimentos, criar portefólio e ganhar mais confiança para entrar no mercado de trabalho.

Por exemplo, num curso de programação, desenvolver aplicações reais pode ter mais impacto no recrutamento do que apenas conhecimentos teóricos. Da mesma forma, num curso de marketing digital, criar campanhas e analisar resultados reais permite desenvolver competências muito valorizadas pelas empresas.

 

Confirme a progressão de carreira

Não se foque apenas em qual será o seu primeiro emprego após o curso. É importante perceber a evolução possível ao longo do tempo. Tente responder a questões como:

 

Fale com profissionais da área

Conversar com pessoas que já trabalham na área que lhe interessa pode ajudá-lo a perceber melhor como é a profissão na prática.

Muitas vezes, a ideia que temos de um curso ou carreira não corresponde totalmente à realidade do dia a dia. Falar com profissionais permite conhecer os desafios, as oportunidades, o ambiente de trabalho e até as competências mais valorizadas pelas empresas.

Por exemplo, alguém interessado em Psicologia pode descobrir, através de um profissional da área, que existem várias saídas além da prática clínica, como recursos humanos, educação ou investigação.

 

Considere os seus interesses e competências

Ao escolher um curso, é importante equilibrar as oportunidades profissionais com aquilo de que realmente gosta e nas áreas em que tem mais facilidade. Optar apenas por um curso com boas saídas profissionais ou salários elevados pode levar à falta de motivação ao longo do tempo.

Quando existe interesse genuíno pela área, é mais fácil manter o foco e desenvolver competências. Por exemplo, uma pessoa com criatividade e gosto por tecnologia pode sentir-se mais realizada num curso ligado ao design digital ou multimédia do que numa área escolhida apenas pela empregabilidade.

 

Pesquise estágios e empregabilidade do curso

Antes de tomar uma decisão, procure informações sobre as oportunidades de estágio e as taxas de empregabilidade do curso. Algumas instituições têm parcerias com empresas e programas que facilitam a entrada no mercado de trabalho, o que pode fazer diferença no início da carreira.

Os estágios permitem ganhar experiência prática, criar contactos e perceber melhor a realidade da profissão. Por exemplo, um curso de Engenharia Informática com forte ligação a empresas tecnológicas pode oferecer mais oportunidades de integração profissional logo após a licenciatura.

 

Participe em feiras e open days

As feiras de educação e os dias abertos das universidades são excelentes oportunidades para esclarecer dúvidas e conhecer melhor os cursos disponíveis. Nestes eventos, pode falar com professores, estudantes e profissionais, visitar instalações e perceber como funciona o ambiente académico.

Esta experiência ajuda a tornar a decisão mais informada e segura. Por exemplo, ao visitar uma universidade durante um dia aberto, pode descobrir detalhes sobre o plano curricular, projetos práticos ou atividades extracurriculares que fazem diferença na escolha do curso.

 

Sugestões de cursos com saídas profissionais

Estes são exemplos de cursos que mostram diferentes tipos de saídas profissionais e níveis de versatilidade.

 

Full Stack Software Development Bootcamp

Este bootcamp intensivo de 20 semanas prepara profissionais para uma das áreas mais procuradas do mercado tecnológico: o desenvolvimento de software. Ao longo da formação, os participantes aprendem linguagens como Python e JavaScript, trabalham com APIs e desenvolvem aplicações completas, desde o front-end ao back-end. Trata-se de uma formação orientada para a criação de competências práticas em desenvolvimento de software, permitindo atuar em projetos tecnológicos em diferentes tipos de empresas, desde startups a grandes organizações.

 

CyberSecurity Bootcamp

Com uma duração de 16 semanas, este bootcamp foca-se na proteção de sistemas, redes e dados, uma área cada vez mais crítica num contexto de crescente digitalização. A formação inclui competências em administração de sistemas, segurança em cloud, análise de ameaças e testes de intrusão, bem como boas práticas internacionais de segurança informática. É uma área com forte procura no mercado, devido ao aumento da necessidade de proteção de dados e infraestruturas digitais em empresas de todos os setores.

 

Data Analyst – PRO_MOV

Ao longo de 8 meses, esta formação prepara profissionais para trabalhar com dados. O curso foca-se na análise, tratamento e visualização de dados através de relatórios e dashboards, competências essenciais em praticamente todos os setores.

 

UX/UI Design Full-Time Remote – Ironhack

Este bootcamp intensivo em UX/UI Design prepara profissionais para atuar na criação e melhoria da experiência de utilizador em produtos digitais, como websites e aplicações. Os participantes aprendem a desenhar interfaces, criar protótipos interativos e a desenvolver soluções centradas no utilizador, recorrendo a ferramentas de design amplamente utilizadas no mercado. Para além da componente técnica, a formação tem uma forte orientação prática. Trata-se de uma área com várias saídas profissionais dentro do ecossistema de produto digital e da experiência de utilizador.

 

NCN, onde encontra cursos com saída profissional

Escolher um curso é uma decisão importante e deve ir além do nome da profissão ou das tendências do momento. Analisar as saídas profissionais, a empregabilidade da área, as competências desenvolvidas e a versatilidade da formação pode ajudá-lo a tomar uma decisão mais informada e alinhada com os seus objetivos.

Na NCN, pode descobrir cursos em áreas com elevada procura, comparar opções e encontrar formações ajustadas aos seus objetivos e interesses. A plataforma ajuda-o a explorar diferentes caminhos profissionais e a tomar decisões mais conscientes sobre o seu futuro.

 

A quantidade de dados gerados diariamente por empresas, aplicações e utilizadores é enorme. Mas esses dados, por si só, não têm um valor imediato: é preciso alguém capaz de os transformar em informação útil. É aqui que entra o Data Scientist, uma das profissões mais procuradas atualmente.

Mas afinal, o que faz um Data Scientist no dia a dia? Que competências são necessárias? E como é possível entrar nesta área? Descubra agora.

 

O que é um Data Scientist?

Um Data Scientist é um profissional que utiliza dados para compreender fenómenos, responder a perguntas e ajudar organizações a tomar melhores decisões. Muitas vezes, ajuda a identificar quais são as perguntas certas que a organização deve fazer aos dados.

A partir daí, trabalha para encontrar respostas através de métodos analíticos e modelos de dados, incluindo modelos preditivos que ajudam a antecipar tendências e comportamentos futuros.

 

O que faz um Data Scientist no dia a dia?

O trabalho de um Data Scientist envolve transformar dados em informação útil para apoiar decisões dentro de uma organização.

No dia a dia, isso pode incluir tarefas como:

 

Onde trabalha um Data Scientist e quanto ganha?

Um Data Scientist pode trabalhar em praticamente qualquer setor que lide com dados, incluindo tecnologia, banca, seguros, saúde, retalho, consultoria e até no setor público. O seu trabalho desenvolve-se normalmente em equipas multidisciplinares, em conjunto com Data Analysts, Data Engineers e equipas de produto ou negócio.

Em termos salariais, esta é geralmente considerada uma das carreiras mais bem remuneradas na área tecnológica. Em Portugal, o salário base médio ronda os 40.000 € anuais, podendo variar consoante a experiência, a localização e o setor de atuação.

À semelhança de outras profissões, em início de carreira, os valores tendem a ser mais baixos, mas aumentam de forma significativa com a experiência, especialmente quando o profissional desenvolve competências em machine learning, engenharia de dados e inteligência artificial aplicada.

 

Como se tornar um Data Scientist

Tornar-se Data Scientist existe uma combinação de conhecimentos e experiências que é comum entre os profissionais da área.

 

1. Construa uma base sólida em áreas quantitativas ou tecnológicas

A maioria dos Data Scientists vem de áreas como engenharia, informática, matemática, estatística ou economia. Isto não é obrigatório, mas estas formações ajudam a desenvolver competências fundamentais como pensamento analítico, lógica e estatística.

No entanto, o mais importante não é o curso em si, mas a capacidade de compreender os dados e resolver problemas de forma estruturada.

Quem não tem esta base pode entrar na área através de formação complementar, mas normalmente precisa de investir mais tempo na aprendizagem das bases matemáticas e de programação.

 

2. Aprenda as competências técnicas essenciais

Para trabalhar em Data Science, é necessário dominar um conjunto de competências técnicas que são usadas diariamente, como:

 

3. Trabalhe em projetos para demonstrar conhecimento aplicado

Um dos aspetos mais valorizados no recrutamento é a capacidade de aplicar o conhecimento teórico adquirido em problemas atuais.

Envolva-se na construção de projetos como:

 

4. Ganhe experiência em funções intermédias na área de dados

Na maioria dos casos, não se entra diretamente como Data Scientist, mas a progressão na área é bastante estruturada. É comum começar em funções mais juniores na área de dados, como Data Analyst ou Junior Data Scientist, evoluindo depois para Data Scientist, Senior Data Scientist e, mais tarde, para funções de liderança como Lead Data Scientist ou Head of Data.

Estas funções iniciais permitem trabalhar com dados reais em contexto empresarial, compreender os problemas de negócio e ganhar experiência com ferramentas e processos usados em Data Science.

 

5. Evolua continuamente numa área em constante mudança

Data Science não é uma área estática. Surgem constantemente novas técnicas, ferramentas e modelos, especialmente com o crescimento da inteligência artificial. Por isso, um Data Scientist precisa de manter uma aprendizagem contínua, seja através de projetos inovadores, de leitura técnica ou de formação complementar.

 

Sugestões de cursos para ser Data Scientist

Com o crescimento da procura por profissionais de dados, já existem várias formações especializadas que permitem desenvolver competências práticas em Data Science, Machine Learning e Inteligência Artificial. Abaixo deixamos algumas opções de referência:

 

Data Science & Machine Learning Bootcamp – 4Geeks Academy

18 semanas | Remoto | Pago | Inglês

Este bootcamp é uma formação intensiva orientada para quem quer entrar na área de Data Science ou Machine Learning através de um percurso prático. Ao longo do programa, os participantes trabalham com Python, SQL e estatística aplicada, e aprendem a construir modelos de machine learning para a previsão e classificação de dados. A formação inclui também ferramentas de visualização e desenvolvimento de projetos completos, desde a análise de dados até à criação de soluções aplicadas, com forte foco na preparação para o mercado de trabalho.

 

Data Science & AI Bootcamp – Le Wagon (Presencial)

360 horas | Lisboa | Certificação DGERT | Inglês

O bootcamp presencial da Le Wagon combina Data Science e Inteligência Artificial com uma abordagem altamente prática e orientada para a carreira. Os participantes desenvolvem competências em Python, SQL e Git, e exploram técnicas de machine learning e deep learning, incluindo redes neuronais e IA generativa. O foco principal da formação é a construção de um portefólio através da realização de projetos que simulam desafios típicos de equipas de dados em contexto empresarial.

 

Data Analyst Bootcamp – Bytes4Future

460 horas | Presencial | Gratuito | Português

Este programa é uma porta de entrada para a área de dados, especialmente indicado para quem quer iniciar ou mudar de carreira. Os participantes desenvolvem competências em análise de dados, Python, bases de dados e visualização de informação, trabalhando também com Excel, MySQL e técnicas como forecasting e análise exploratória. A formação está dividida em duas fases, combinando as competências digitais base e um percurso mais técnico e orientado a projetos, com forte ligação ao mercado de trabalho e à construção de portefólio.

 

NCN, o início de uma carreira orientada por dados

A carreira em Data Science está em forte crescimento e exige uma combinação de competências técnicas, pensamento analítico e da capacidade de transformar dados em decisões. É uma área em constante evolução, onde a procura por profissionais qualificados continua a aumentar em vários setores.

Na NCN pode explorar diferentes profissões na área de dados, comparar salários, tarefas e responsabilidades, e descobrir formações alinhadas com este percurso profissional.

Comece hoje a explorar o seu futuro profissional na New Career Network.