Está a passar por uma fase de estagnação ou insegurança sobre o seu futuro profissional? Ou a pensar em dar um novo rumo à sua carreira?
Em situações como estas, a formação financiada pode fazer a diferença. Mais do que cursos ou certificados, trata-se de uma oportunidade concreta para aprender, atualizar-se e abrir portas para novas oportunidades.
Perceba como funciona a formação financiada em Portugal e como transformar esta oportunidade em vantagens reais para a sua carreira.
O termo formação financiada refere se a cursos cujo custo é total ou parcialmente pago por programas públicos, geralmente através do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ou de fundos europeus. Estas ações têm como objetivo aumentar as competências da população ativa (empregados, independentes, desempregados) e responder às necessidades do mercado de trabalho atual.
Os tipos mais comuns são:
A formação financiada oferece benefícios concretos para os profissionais.
Em Portugal, o IEFP é a principal entidade responsável pela formação financiada, que envolve desde a coordenação de medidas que visam melhorar as competências, apoio à empregabilidade e resposta às necessidades de qualificações do mercado de trabalho.
Entre as mais conhecidas está o Cheque Formação, um incentivo que pretende apoiar os trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes, empresários em nome individual e desempregados na qualificação profissional. Este apoio cobre de forma total ou parcial o custo de cursos reconhecidos pelo mercado, para que atualize as suas competências sem encargos diretos.
Para profissionais interessados em competências digitais, o Cheque Formação Digital, no âmbito do Programa Emprego + Digital 2025, oferece até 750 euros de reembolso por ano após a conclusão de formações certificadas. As formações podem ser presenciais, online ou híbridas, desde que ministradas por entidades oficialmente reconhecidas.
Todas estas iniciativas são pensadas para quem pretende evoluir profissionalmente, quer esteja no início da carreira, em processo de reconversão, ou a querer reforçar competências específicas, em especial em áreas emergentes como as digitais.
E é aqui que a New Career Network Portugal (NCN) se torna uma peça importante para quem procura orientação profissional. A plataforma utiliza inteligência artificial para analisar o seu perfil, avaliar competências e sugerir os próximos passos para evoluir na carreira.
Através da NCN, pode aceder a formações cuidadosamente selecionadas, com mais de 70% de empregabilidade, e encontrar oportunidades de emprego no mercado português.
Antes de avançar com uma candidatura, considere os seguintes pontos.
Antes de qualquer candidatura, é importante esclarecer o que pretende atingir com a formação. Quer reforçar competências na sua área atual, preparar-se para uma promoção, mudar de setor ou adquirir novas qualificações digitais? Esta definição vai guiar a escolha do curso mais relevante e garantir que o investimento de tempo seja realmente útil.
Para que a formação seja elegível para financiamento, é fundamental que a entidade formadora seja certificada pela DGERT ou reconhecida no âmbito das medidas públicas aplicáveis. No caso do Cheque-Formação + Digital, apenas formações enquadradas nas áreas elegíveis do programa e ministradas por entidades reconhecidas garantem o acesso ao reembolso.
Verifique também se o curso oferece certificação profissional válida e registada oficialmente, uma forma de valorizar o seu currículo no mercado de trabalho.
Nem todos os cursos geram as mesmas oportunidades de emprego. Formações com ligação direta a setores em crescimento, como tecnologia, marketing digital, logística, saúde ou competências digitais, tendem a apresentar maior retorno profissional.
Consulte os dados de empregabilidade, testemunhos de alunos antigos ou recomendações de plataformas especializadas, como o New Career Network, que indicam cursos com impacto real no mercado.
A formação financiada pode ser presencial, online ou híbrida. Avalie o tempo disponível, a distância até à entidade formadora e a flexibilidade de horários antes de se inscrever. Um curso com horários incompatíveis ou demasiado exigente pode comprometer a conclusão e, consequentemente, o acesso ao financiamento.
Cada curso tem requisitos específicos. Alguns podem exigir experiência prévia, idade mínima, vínculo laboral, residência legal em Portugal ou regularidade de contribuições para a Segurança Social. Ler atentamente estas condições evita surpresas e assegura que a candidatura será aceite.
Antes de escolher, analise o programa do curso: módulos, competências adquiridas, duração e avaliação. Certifique-se de que os temas são relevantes para os seus objetivos profissionais e que o curso oferece uma formação prática e aplicada ao mercado de trabalho.
A maior parte das medidas públicas tem prazos limitados e um orçamento condicionado. Prepare a documentação necessária com antecedência e inscreva-se atempadamente para garantir o acesso à formação desejada e ao respetivo financiamento.
Para além da formação financiada, existem também iniciativas gratuitas promovidas por entidades públicas e privadas que podem complementar o seu desenvolvimento profissional. Assim, consegue continuar relevante no mercado sem mexer nas suas finanças.
A formação financiada em Portugal tem evoluído para responder diretamente às necessidades reais das empresas e aos setores com maior procura de profissionais qualificados. Aqui ficam alguns bons exemplos.
Este curso prepara os formandos para apoiar equipas clínicas na prestação de cuidados de saúde, colaborar na recolha e transporte de amostras biológicas, e assegurar processos de higienização hospitalar. Também prepara para prestar apoio logístico e administrativo em unidades de saúde.
Esta formação responde à forte procura por técnicos especializados na indústria portuguesa. Os formandos desenvolvem competências em eletrónica industrial, automatismos, autómatos programáveis, sistemas elétricos e manutenção preventiva e corretiva de equipamentos industriais.
Este programa trata-se de uma formação gratuita focada no desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais necessárias para entrar no mercado digital. Ao longo do curso, os participantes aprendem programação front-end e back-end com tecnologias como HTML, CSS, JavaScript, React, Node.js e bases de dados, complementadas com inglês técnico, soft skills e preparação profissional.
Este curso prepara os profissionais para a instalação, manutenção e proteção de culturas agrícolas, operação segura de maquinaria e aplicação de técnicas sustentáveis compatíveis com a preservação ambiental. Entre os conteúdos abordados encontram-se a segurança no trabalho agrícola, a condução de tratores, a proteção fitossanitária, as técnicas de poda e enxertia e a gestão sustentável do solo.
Este curso prepara técnicos capazes de trabalhar com a eficiência energética, domótica, mobilidade elétrica e o autoconsumo solar. Os conteúdos incluem instalações elétricas modernas, segurança elétrica, automatismos, redes de carregamento elétrico e microgeração energética.
O curso prepara os formandos para desenvolver interfaces web modernas através de HTML, CSS e programação em JavaScript, incluindo frameworks atuais como React. Ao longo da formação são abordados os conceitos de UX/UI, construção de Single Page Applications (SPA), metodologias colaborativas e a integração de Inteligência Artificial em projetos digitais. A forte componente prática permite criar um portfólio técnico através de projetos individuais e em equipa.
Sabia que metade dos trabalhadores precisará de algum tipo de reskilling até 2025 para acompanhar a crescente exigência tecnológica e digital? Mais do que uma resposta à mudança, o reskilling é hoje um fator de mobilidade social, empregabilidade e competitividade económica.
Mas afinal, o que significa exatamente reskilling? E, mais importante, como pode ser feito de forma eficaz?
Reskilling é o nome dado ao processo de adquirir novas competências para desempenhar funções diferentes daquelas que atualmente ocupa.
Ao contrário do upskilling, que se foca em melhorar as habilidades já existentes, o reskilling permite que os profissionais se reinventem, mudem de área ou se adaptem a novas exigências do mercado. Além disso, aumenta a relevância e o potencial de crescimento dos colaboradores dentro ou fora da empresa.
À medida que o mercado de trabalho evolui, as funções mudam. O reskilling surge como uma ferramenta indispensável para enfrentar as mudanças, e há vários motivos para isso.
O mercado de trabalho está em constante transformação devido à automação, à inteligência artificial, digitalização e transição energética. Estas tendências estão a eliminar funções rotineiras, mas simultaneamente a criar novas oportunidades em tecnologia, análise de dados, sustentabilidade e economia digital.
Segundo a McKinsey Global Institute, até 2030, cerca de 375 milhões de trabalhadores no mundo poderão ter de mudar de ocupação devido à automação. A requalificação será essencial para garantir essa transição.
Para que esteja sempre o mais atualizado possível, investir em reskilling é uma excelente solução para se adaptar melhor às mudanças do mercado e garantir a relevância e a continuidade da sua carreira.
Os profissionais com competências diversificadas são os mais procurados e têm mais oportunidades. O World Economic Forum identifica como competências mais procuradas pelas empresas a análise de dados, o pensamento analítico, a literacia digital, a resolução de problemas complexos e as competências tecnológicas.
O reskilling pode abrir portas para funções diferentes, para reduzir o risco de desajuste profissional ou até ajudar a evitar o desemprego.
As empresas que investem em programas de reskilling interno demonstram maior comprometimento com o desenvolvimento dos seus colaboradores. Com isto, aumenta-se a satisfação, a lealdade e reduz-se a rotatividade, criando-se uma cultura organizacional mais sólida e próxima.
Os colaboradores com novas competências contribuem para processos mais eficientes, soluções mais criativas e uma maior capacidade de inovar. As organizações com profissionais versáteis conseguem responder rapidamente às mudanças do mercado e manter-se competitivas.
O impacto do reskilling não é apenas profissional, é, acima de tudo, estrutural.
O erro mais comum é encarar o reskilling como “fazer um curso”. Quando na verdade, se trata de uma decisão estratégica de carreira.
Para garantir que o reskilling tenha um impacto real no seu percurso profissional, siga estes passos práticos:
Antes de iniciar qualquer curso ou formação, analise quais são as competências que o mercado ou a sua empresa atual valorizam. Pergunte-se: “Quais são as funções que vou querer desempenhar daqui a 1-3 anos?” e “Quais são as competências essenciais para isso?”. Por exemplo, se pretende migrar da área de atendimento ao cliente para a análise de dados, é provável que precise de competências em Excel, SQL ou ferramentas de visualização como Power BI.
Nem todos os programas de formação são iguais. Procure cursos que forneçam habilidades práticas e que possam ser aplicadas desde cedo. Prefira formações estruturadas, como bootcamps, certificações reconhecidas ou módulos focados em projetos reais, em vez de cursos genéricos.
Antes de se comprometer, verifique se a formação o aproxima do objetivo desejado. Pergunte-se: “Este curso abre portas para promoções, novas funções ou para a mudança de área dentro da minha empresa ou no mercado?” Tente perceber se o tempo e esforço investidos vão gerar resultados concretos no seu percurso profissional.
Em vez de tentar absorver tudo de uma vez, divida o reskilling em etapas: pequenos módulos, exercícios práticos e projetos piloto são ideais para consolidar novas competências. Além disso, estas abordagens permitem perceber se este é realmente o caminho que deseja seguir antes de investir em formações mais longas ou avançadas.
Vincule a formação a objetivos concretos. Por exemplo, se ambiciona ser capaz de criar dashboards de análise de dados completos ou assumir responsabilidades de marketing digital no próximo trimestre, será mais fácil escolher o curso que forneça as competências necessárias para atingir essas metas. Definir objetivos claros ajuda a manter o foco, a medir o progresso e a avaliar os resultados de forma objetiva.
Durante o seu processo de reskilling, envolva colegas ou especialistas da nova área. Os mentores podem orientar sobre as prioridades de aprendizagem, corrigir erros e dar insights sobre como aplicar o conhecimento de forma eficaz.
O verdadeiro impacto do reskilling surge quando o conhecimento é usado. Participe em projetos reais, proponha iniciativas ou assuma tarefas na nova área. Quanto mais aplicar, mais rápido vai conseguir consolidar a aprendizagem e demonstrar valor para a empresa.
Lembre-se: o reskilling é um processo contínuo de adaptação. Depois de completar um curso ou projeto, reveja as suas competências, identifique possíveis lacunas e planeie a próxima etapa. À medida que o mercado e as funções evoluem, a aprendizagem contínua garante que se mantém relevante e preparado para as novas oportunidades e necessidades do setor.
A NCN (New Career Network) reúne programas de formação profissional alinhados com as necessidades reais do mercado de trabalho com elevada procura e saídas profissionais concretas. Estes são alguns dos cursos em destaque que possuem uma taxa de empregabilidade superior a 70%.
Este curso permite construir competências em JavaScript desde o nível básico até à certificação profissional. Os formandos aprendem a criar aplicações, trabalhar com variáveis, funções, estruturas de controlo e depuração, e a aplicar conhecimentos em projetos práticos. Após a conclusão, é possível obter certificações reconhecidas internacionalmente, como a JSE – Certified Entry-Level JavaScript Programmer e a JSA – Certified Associate JavaScript Programmer.
Neste curso, serão abordados temas como redes sociais, publicidade online e estratégia de conteúdos, que permitem aos participantes desenvolver competências relevantes para trabalhar em comunicação digital, pequenas empresas ou projetos próprios.
Este curso prepara os formandos para atuar em relações públicas, marketing e gestão de eventos, capacitando-os para promover e representar empresas, produtos e serviços, planear e organizar eventos de diferentes tipos (feiras, congressos, festivais). Também ficam aptos para analisar a concorrência, o mercado e a necessidades do cliente, assim como desenvolver estratégias de comunicação e marketing 360º e aplicar técnicas de venda, negociação e atendimento ao cliente.
Esta formação foca-se na criação de interfaces digitais funcionais e intuitivas. Os participantes desenvolvem competências em prototipagem, design centrado no utilizador, acessibilidade e design responsivo, de modo a ficarem preparados para atuar no desenvolvimento de produtos digitais.
O curso prepara os formandos para atuar na instalação, manutenção e otimização de sistemas solares térmicos, fotovoltaicos e eólicos. Durante a formação, são abordadas as principais fontes de energia renovável, incluindo energia hídrica, solar de concentração, geotérmica, solar térmica, solar fotovoltaica e eólica. Os formandos têm contacto direto com as tecnologias utilizadas no setor, através de sessões práticas e projetos simulados que reproduzem situações reais.
Para muitos profissionais, a vontade de evoluir na carreira enfrenta uma limitação muito concreta: a falta de tempo. É precisamente aqui que entram os cursos pós-laborais.
Se quer desenvolver novas competências, aumentar a sua empregabilidade ou preparar-se para dar o próximo passo na carreira, mas sem abdicar do emprego atual, este formato pode ser a melhor solução.
Saiba o que são cursos pós-laborais, quais as vantagens e como escolher a melhor opção para si.
Os cursos pós-laborais são formações que decorrem fora do horário de trabalho tradicional – normalmente ao final do dia ou início da noite. Este horário “fora de horas” permite que possa estudar sem deixar de trabalhar ou comprometer o seu rendimento mensal.
Os cursos pós-laborais podem assumir formatos diferentes – presencial, online, híbrido ou intensivo – sendo que a principal característica em comum é a compatibilidade com um emprego a tempo inteiro.
Para muitos profissionais, os cursos pós-laborais são a melhor solução para continuarem a evoluir e há motivos fortes para isso.
Uma das maiores vantagens é a estabilidade financeira. Não é necessário interromper a carreira para investir em formação, o que reduz o risco associado.
Ao frequentar um curso enquanto trabalha, pode aplicar os novos conhecimentos quase em tempo real. Esta aprendizagem prática reforça a consolidação das competências adquiridas e aumenta o seu impacto dentro da organização.
Ao manter o seu rendimento, a decisão de continuar a formar torna-se mais estratégica e menos impulsiva. Assim, o crescimento profissional passa a ser planeado e sustentável.
O formato pós-laboral permite desenvolver competências ao longo do tempo. Esta progressão gradual facilita a adaptação ao novo ritmo e reduz a probabilidade de desistir antes de terminar o curso.
Se pondera uma mudança mais séria de carreira, um curso pós-laboral funciona como uma fase de transição mais segura. Permite explorar uma nova área sem perder a estabilidade que já tem.
Este formato é especialmente indicado para:
Nem todos os cursos pós-laborais oferecem o mesmo impacto. Para garantir que o investimento compensa – em tempo, energia e dinheiro – é fundamental analisar a decisão com realismo e intenção.
Frequentar um curso pós-laboral exige organização e disciplina. Depois de um dia completo de trabalho, será necessário conseguir manter o foco, participar nas aulas e, muitas vezes, dedicar tempo adicional a trabalhos ou projetos. Mais do que perguntar quantas horas o curso exige por semana, é importante refletir se conseguirá sustentar esse ritmo ao longo de vários meses. A dificuldade raramente está no início, está na consistência. Ser realista nesta fase evita alguma frustração futura.
Um dos maiores benefícios do formato pós-laboral é a possibilidade de aplicar quase de imediato o que aprende. Por isso, vale a pena questionar se os conteúdos são práticos, atualizados e alinhados com os desafios reais do setor em que atua profissionalmente. Quando a formação permite transformar conhecimento em resultados concretos no contexto profissional, o retorno torna-se mais rápido e visível.
Nem todas as formações têm o mesmo reconhecimento ou ligação ao mercado de trabalho. Informe-se sobre quem desenhou o programa, qual é a experiência dos formadores e se o curso responde às necessidades reais das empresas. Os programas alinhados com áreas de elevada procura tendem a aumentar a empregabilidade e a relevância profissional a médio prazo.
Dedique algum tempo a perceber que competências irá dominar no final e qual é o nível de profundidade expectável. O foco deve estar na mudança real de competências, não apenas no número de horas de formação.
Um curso pós-laboral torna-se mais sustentável quando está associado a uma meta concreta. Pode ser preparar-se para uma promoção, assumir novas responsabilidades ou iniciar uma transição gradual de área. Antes de decidir, faça a pergunta essencial: “este curso aproxima-me do próximo passo que quero dar na minha carreira?”. Quando existe um propósito, o esforço deixa de ser apenas uma exigência e passa a ser um investimento estratégico.
Por fim, é importante assumir que este formato implica compromisso. Haverá menos tempo livre, maior exigência de organização e dias em que o cansaço será desafiante.
Escolher um curso pós-laboral é sinónimo de escolher investir no seu futuro, mesmo que isso implique abdicar de algum conforto no presente. Essa consciência torna a decisão mais sólida e contribui para que conclua a formação com sucesso.
A New Career Network Portugal reúne programas de formação em áreas com elevada procura, desenhados para responder às necessidades reais do mercado de trabalho. Estes cursos permitem investir na carreira enquanto concilia formação e trabalho. Aqui estão alguns dos cursos pós-laborais mais procurados:
Este curso permite construir competências em JavaScript desde o nível básico até à certificação profissional. Os formandos aprendem a criar aplicações, trabalhar com variáveis, funções, estruturas de controlo e depuração, e aplicar conhecimentos em projetos práticos. Após a conclusão, é possível obter certificações reconhecidas internacionalmente, como a JSE – Certified Entry-Level JavaScript Programmer e JSA – Certified Associate JavaScript Programmer.
O curso desenvolve competências técnicas para a execução e manutenção de instalações elétricas residenciais, coletivas e industriais. Inclui eletrónica, automatismos, domótica, painéis de controlo, energia solar e segurança elétrica. O estágio permite consolidar os conhecimentos em projetos reais e preparar os formandos para integrar equipas de manutenção industrial ou residencial com autonomia e segurança.
Este programa imersivo desenvolve competências técnicas e comportamentais para atuar como Consultor Cegid Primavera, nas áreas Financeira e de Recursos Humanos. Os participantes aprendem a implementar soluções de software, a gerir processos de negócio e a trabalhar em projetos típicos do setor.
O curso prepara profissionais para planear, coordenar e acompanhar obras de construção civil, de forma a garantir o cumprimento de prazos, as normas de qualidade, a segurança e a proteção ambiental. Os formandos aprendem a gerir equipas, recursos e processos construtivos, através da aplicação de ferramentas digitais e da realização de práticas em contexto real. No final, poderá assumir funções de supervisão e gestão de obra com autonomia.
Quase todos os empregos já exigem algum tipo de competências digitais. E vão ser cada vez mais importantes.
Segundo um relatório da União Europeia, cerca de 90% dos empregos exigem, pelo menos, competências digitais básicas, o que demonstra a sua importância para a empregabilidade.
Descubra o que são competências digitais, as mais importantes neste momento e como escolher a formação certa para adquirir e dominar estas skills.
As competências digitais são o conjunto de conhecimentos e habilidades que permitem utilizar tecnologias digitais de forma estratégica, eficiente e segura em contexto profissional. Vão muito além de saber usar um computador ou smartphone: incluem analisar dados, comunicar online, criar conteúdos digitais e adaptar-se a novas ferramentas tecnológicas.
Atualmente, estas competências são essenciais para a maioria das profissões. A digitalização e a inteligência artificial estão a transformar o mercado de trabalho, a criar novas funções e a exigir a atualização constante de conhecimentos. Aliás, de acordo com a European Skills and Jobs Survey (Cedefop), 61% dos trabalhadores europeus concordam que vão precisar de novos conhecimentos e competências para lidar com a IA nos próximos cinco anos, mas apenas uma minoria participou recentemente em formação específica.
Investir em competências digitais deixou, assim, de ser uma vantagem competitiva. Hoje, apresenta-se como uma condição para permanecer relevante num mercado que não para de mudar.
No mercado de trabalho atual, existem algumas competências digitais transversais que se destacam. São elas:
Esta competência revela-se na capacidade de pesquisar, selecionar, analisar e interpretar informação digital de forma crítica. Num mercado onde as decisões são cada vez mais baseadas em dados, é muito importante para funções administrativas, comerciais, de gestão, marketing e recursos humanos.
Inclui, por exemplo:
Com o crescimento do trabalho híbrido e remoto, esta competência tornou-se central para praticamente todas as profissões. Refere-se à utilização de ferramentas digitais para comunicar, colaborar e trabalhar em equipa.
Inclui:
Por sua vez, é cada vez mais importante a capacidade de criar, editar e adaptar conteúdos em formato digital. As empresas valorizam os profissionais capazes de comunicar ideias de forma clara e visual no ambiente digital, sobretudo nas áreas de marketing, comunicação, vendas e educação.
Pode incluir:
Esta competência consiste na capacidade de proteger os dispositivos, dados e a privacidade online. Com o aumento dos ataques informáticos e da digitalização dos processos, a segurança digital deixou de ser apenas uma responsabilidade técnica: é uma responsabilidade de todos.
Inclui:
Por último, é igualmente importante saber adaptar-se às novas tecnologias e resolver dificuldades técnicas.
Por exemplo:
Esta decisão requer uma análise cuidada e abrangente. Estes são alguns pontos que deve ter em conta:
Ser “digitalmente competente” vai muito além das redes sociais ou sequer de saber usar um computador. Antes de avançar com a procura de cursos, é importante distinguir dois níveis de competências:
Assim, se o seu objetivo é reforçar o desempenho na área atual, poderá bastar uma formação generalista. Se pretende fazer uma reconversão profissional ou aceder a funções técnicas, deverá optar por uma formação especializada.
Nem todas as áreas digitais apresentam o mesmo nível de empregabilidade. Antes de escolher, verifique se a área apresenta um crescimento consistente de oportunidades e se existem ofertas de emprego ativas na sua região ou em regime remoto. Além disso, é importante perceber se as competências ensinadas correspondem de facto às ferramentas utilizadas pelas empresas.
Áreas como desenvolvimento web, análise de dados, cibersegurança, UX/UI e marketing digital têm demonstrado elevada procura no mercado.
No setor digital, a capacidade de demonstrar competências é determinante. Por isso, privilegie formações que incluam projetos práticos com a simulação de desafios reais, a utilização de ferramentas usadas no mercado e que permitam desenvolver o seu portfólio.
Por mais que a teoria seja importante, os cursos excessivamente teóricos podem não ser suficientes para aplicar os conhecimentos posteriormente ou para uma transição profissional sólida.
Os bootcamps intensivos permitem uma reconversão mais rápida, mas exigem disponibilidade total e muita dedicação. Já as formações pós-laborais ou flexíveis são mais adequadas para quem pretende conciliar os estudos com o trabalho.
Avalie realisticamente o tempo (e energia) que pode investir e o ritmo que melhor se adapta ao seu perfil.
Analise detalhes como a reputação da entidade formadora, a experiência dos formadores e a existência de apoio à empregabilidade. Procure ainda por testemunhos de alunos antigos.
Por fim, tenha em mente que uma formação de qualidade deve preparar não apenas do ponto de vista técnico, mas também para a integração no mercado de trabalho.
A NCN Portugal reúne formações em áreas digitais com mais de 70% de empregabilidade. Aqui ficam algumas opções para se inspirar:
Este bootcamp permite adquirir competências em desenvolvimento web, trabalhando tanto a componente de front-end como de back-end. Ao longo da formação, os participantes irão desenvolver aplicações completas e contactar com linguagens e ferramentas utilizadas no mercado. É uma opção indicada para quem pretende entrar na área de IT, mesmo sem experiência prévia.
Esta formação prepara os formandos para proteger sistemas, redes e infraestruturas digitais. Serão trabalhadas competências em identificação de vulnerabilidades, prevenção de riscos e resposta a incidentes, numa área cada vez mais crítica para as empresas e organizações.
O curso desenvolve competências em análise e interpretação de dados aplicados ao contexto empresarial. Os formandos irão aprender a utilizar ferramentas como Python, Git e MySQL e a transformar dados em informação útil para apoiar decisões estratégicas. Inclui o desenvolvimento de portfólio com projetos práticos.
Esta formação foca-se na criação de interfaces digitais funcionais e intuitivas. Os participantes desenvolvem competências em prototipagem, design centrado no utilizador, acessibilidade e design responsivo, de modo a ficarem preparados para atuar no desenvolvimento de produtos digitais.
O curso prepara os participantes para atrair e converter clientes através de estratégias digitais baseadas em dados. Serão abordadas as campanhas online, a análise de métricas e a otimização de resultados, com a aplicação prática em projetos reais.
Neste curso de marketing digital, serão abordados temas como redes sociais, publicidade online e estratégia de conteúdos, permitindo desenvolver competências relevantes para trabalhar em comunicação digital, pequenas empresas ou projetos próprios.
Com a NCN é mais fácil adquirir as competências digitais necessárias que vão impulsionar a sua carreira.
Consulte o nosso catálogo formativo e dê o próximo passo.
Sabia que 60% dos trabalhadores vão necessitar de formação adicional até 2027? A necessidade de atualização é clara. Num mercado de trabalho em constante evolução, desenvolver novas competências – o chamado upskilling – é essencial.
Com tanto a acontecer no dia a dia, é natural que tirar um tempo para melhorar as suas competências nem sempre esteja no topo da lista de prioridades. No entanto, é importante perceber que seja para mudar de carreira, progredir para funções mais exigentes ou, simplesmente, desempenhar melhor o trabalho que já tem, o upskilling é um passo chave.
Mas, com milhares de opções de formação disponíveis no mercado, como se consegue escolher a melhor?
Descubra o que é o upskilling, para que serve e como escolher a formação certa.
Upskilling é o termo que dá nome ao processo de aprender novas competências ou de aprimorar as existentes para se tornar mais qualificado dentro da sua área de atuação. Ao contrário do reskilling, que se foca em mudar completamente de função ou de setor, o upskilling concentra-se em aprofundar ou expandir as capacidades dentro da mesma carreira.
De uma maior atratividade para o mercado de trabalho, a uma maior produtividade pessoal, há várias vantagens em fazer um upskilling.
Os profissionais que investem em upskilling têm mais probabilidade de se destacarem e de serem valorizados, seja através de promoções internas ou de novas oportunidades externas. Afinal, a atualização constante de competências reduz o risco de estagnação profissional.
O mercado exige profissionais prontos para lidar com novas ferramentas. De acordo com o Relatório “Future of Jobs” do World Economic Forum, 6 em cada 10 empresas identificam a lacuna de competências como principal barreira à transformação. Assim, colaboradores que não investem em upskilling vão certamente enfrentar estes desafios, enquanto aqueles que se atualizam conseguem adaptar-se às mudanças, contribuir mais nas organizações e manter a relevância.
Aprender novas competências não é só bom para a empresa, também faz toda a diferença para si. Sentir que se está a evoluir, ser reconhecido pelas novas aprendizagens e perceber que o crescimento pessoal é valorizado aumenta a motivação e o entusiasmo no dia a dia profissional.
Nem todos os cursos ou programas vão trazer o mesmo impacto. Para garantir que o seu upskilling contribui de forma real para o seu crescimento profissional, eis alguns passos para fazer escolhas mais acertadas.
Analise quais são as capacidades que precisa de desenvolver para se destacar no seu cargo atual ou para se preparar para funções futuras. Por exemplo, se o seu objetivo é liderar projetos de tecnologia, talvez precise de reforçar as suas competências em gestão de equipas ou em segurança digital.
Escolha formações que se relacionem diretamente com o que faz hoje. O conceito de upskilling não trata de mudar de área, mas sim de aprofundar ou expandir as suas habilidades dentro da mesma carreira. Deste modo, garanta que o que aprender nas formações será realmente aplicado no dia a dia laboral.
Antes de se inscrever, pergunte-se: “Este curso aproxima-se do próximo passo que quero dar na minha carreira na empresa ou no setor onde estou?” Avalie se a formação pode, de facto, ajudar a conseguir progredir na carreira, a assumir mais responsabilidades ou a aumentar a sua relevância dentro da organização.
Regra geral, os cursos intensivos e específicos costumam gerar resultados mais rápidos e permitem aplicar as competências adquiridas imediatamente. Comece com cursos ou módulos pequenos e focados, e vá somando novas formações ao longo do tempo para alcançar objetivos maiores de desenvolvimento profissional.
Vincular o upskilling a objetivos concretos também ajuda a escolher o curso certo. Por exemplo, definir que “quero liderar um projeto X nos próximos 6 meses” ajuda a manter o foco e a avaliar os resultados de forma mais objetiva.
Outro ponto importante é verificar quem criou o curso, quem são os formadores e para quem a formação foi pensada. Os programas desenhados por (e para) profissionais na sua área ou função tendem a oferecer conteúdos mais relevantes e aplicáveis à realidade do mercado atual.
Procure projetos, desafios ou tarefas que permitam pôr em prática as novas competências. Ao aplicar o que aprendeu, acelera o seu crescimento e transforma o conhecimento em resultados visíveis para si e para a empresa. Além disso, depois de aplicar as novas competências, peça feedback de colegas, líderes ou mentores para fazer ajustes ou reforçar o que funciona.
Por fim, é importante ressaltar que o upskilling não é um evento único, mas sim um processo contínuo. A cada 6 meses, preferencialmente, faça uma revisão das competências adquiridas e ajuste o seu plano de upskilling para se manter alinhado com o seu percurso profissional e com as necessidades do mercado.
A missão da New Career Network Portugal (NCN) é acelerar a qualificação e requalificação de profissionais. Neste âmbito, reúne programas de formação nas mais diversas áreas, com mais de 70% de empregabilidade e alinhados diretamente com as necessidades reais do mercado de trabalho.
Estes são alguns exemplos de cursos com elevada procura e com saídas profissionais relevantes:
Este curso prepara os profissionais para atuar em segurança digital, desenvolver competências críticas em proteção de sistemas e redes, e aplicar conhecimentos práticos em contextos reais valorizados pelas empresas.
A conclusão deste curso prepara os profissionais para analisar dados reais, gerar insights estratégicos para decisões de negócio e trabalhar com ferramentas como Git, Python e MySQL. Ao longo da formação, será contruído um portfólio com projetos práticos.
Com este curso de UX/UI Design, os formandos ficarão preparados para conceber interfaces, desenvolver protótipos, aplicar princípios de acessibilidade e design responsivo, como adquirir competências preparadas para o futuro em IA e interfaces multimodais.
Este curso prepara os profissionais para atrair e converter clientes através de estratégias digitais, campanhas online e análise de resultados, aplicando conhecimentos em projetos reais de marketing e comunicação.
Este curso tem como objetivo desenvolver competências para uma prestação de cuidados de saúde de excelência, focada no doente. A componente prática em contexto real permite consolidar conhecimentos e preparar os formandos para integrar equipas clínicas com maior segurança e responsabilidade.
Este curso prepara os profissionais para executar serviços de manutenção industrial, preparar locais para a instalação de equipamentos e intervir em sistemas técnicos complexos. Responde às necessidades de um setor com elevada procura de mão de obra qualificada.
A IA vai substituir os nossos empregos? Tenho as competências certas para os próximos anos? Para onde devo orientar a minha carreira?
Perguntas como estas são cada vez mais frequentes num mercado de trabalho exigente, competitivo e em constante mudança. Entre a multiplicidade de cursos, a avalanche de informação nas redes sociais e alguma desinformação à mistura, é natural sentir-se indeciso ou até paralisado.
No entanto, há uma certeza: atualizar ou adquirir novas competências tornou-se essencial para se manter relevante, destacar-se e criar oportunidades reais de crescimento. É aqui que a formação profissional assume um papel decisivo. Mas como escolher a melhor opção? E o que pode, de facto, esperar destes cursos?
A formação profissional consiste em aprender competências práticas e específicas que ajudam a desempenhar melhor uma profissão ou a entrar numa nova área.
Pode acontecer em diferentes fases da vida: quando alguém está a começar a trabalhar, quer mudar de carreira ou precisa de se atualizar.
Ao contrário de uma formação mais académica e teórica, o foco está na aplicação real dos conhecimentos no dia a dia de trabalho. E este tipo de formação não se limita a profissões manuais ou técnicas.
Também é comum em áreas como gestão, tecnologia, saúde, comunicação ou recursos humanos. Um gestor pode frequentar um curso de liderança, um técnico pode fazer um curso de eletricidade, um programador pode aprender uma nova linguagem, um profissional de marketing pode tirar uma formação em análise de dados, um enfermeiro pode especializar-se numa área clínica e um profissional de vendas pode melhorar as suas competências de negociação.
O objetivo é sempre o mesmo: desenvolver capacidades úteis e atualizadas que aumentem a confiança, o desempenho e as oportunidades de progressão na carreira.
A formação profissional é uma das formas mais eficazes de crescer, adaptar-se e manter-se competitivo num mercado de trabalho em constante mudança. Quer esteja a dar os primeiros passos, a procurar evoluir na carreira ou a considerar uma mudança de área, investir em novas competências pode fazer uma enorme diferença nas oportunidades que surgem.
Ao adquirir novas competências, o seu perfil torna-se mais atrativo para empresas e recrutadores. A formação demonstra iniciativa, vontade de aprender e capacidade de adaptação – qualidades cada vez mais valorizadas num contexto profissional competitivo.
O mercado de trabalho evolui rapidamente, com novas tecnologias, métodos e exigências a surgir constantemente. A formação profissional ajuda a manter os conhecimentos atualizados e a acompanhar estas mudanças, e evita que as competências fiquem desajustadas da realidade.
Aprender novas ferramentas e desenvolver competências específicas pode abrir portas à progressão de carreira, novas responsabilidades ou funções mais especializadas. Muitas vezes, investir em formação é um passo importante para crescer dentro da própria empresa.
Para quem quer requalificar-se e mudar de rumo profissional, a formação pode ser o ponto de partida. Permite adquirir bases numa nova área, ganhar confiança e aumentar as hipóteses de fazer uma transição de carreira com mais segurança.
Ao dominar novas competências, é natural sentir-se mais preparado para enfrentar desafios e tomar decisões no dia a dia. Isso reflete-se numa maior segurança no desempenho das funções e numa postura mais proativa no ambiente profissional.
Atualmente, existem vários tipos de formação profissional, adaptados a diferentes objetivos, áreas e rotinas. Pode encontrar formações presenciais, online ou em formato híbrido, e cada uma responde a necessidades distintas.
Uma formação presencial, por exemplo, pode ser mais indicada para áreas com forte componente prática, como saúde ou manutenção técnica, enquanto um curso online pode ser ideal para quem quer aprender programação, marketing digital, gestão de projetos ou línguas, sem sair de casa.
No caso da formação online, existem ainda dois formatos principais. A formação síncrona acontece em tempo real, com aulas marcadas, interação direta com o formador e colegas, e momentos para tirar dúvidas ao vivo. Um curso de Excel avançado com sessões semanais em direto, é um exemplo.
Já a formação assíncrona permite aceder aos conteúdos quando for mais conveniente, através de vídeos, exercícios e materiais gravados, sendo uma boa opção para quem tem horários irregulares ou precisa de aprender ao seu próprio ritmo.
Além do formato, também existem diferentes tipos de formação consoante o objetivo. Há cursos de iniciação, pensados para quem quer entrar numa nova área; formações de especialização, para aprofundar competências específicas, como análise de dados ou liderança de equipas; e ações de atualização, mais curtas, focadas em novas ferramentas, normas ou tendências do setor. A melhor escolha depende sempre da fase em que se encontra e do que pretende alcançar na sua carreira.
Com tantas opções disponíveis, escolher a formação profissional certa pode parecer uma tarefa difícil. Cursos online, presenciais, certificações técnicas, especializações curtas – a oferta é vasta e nem sempre é fácil perceber qual trará mais valor para o seu percurso.
Antes de decidir, vale a pena analisar alguns fatores essenciais que o vão ajudar a investir o seu tempo e dinheiro de forma mais estratégica.
O primeiro passo é perceber o que pretende alcançar com a formação. Quer progredir na função atual, mudar de área, aumentar o salário ou simplesmente atualizar conhecimentos? Ter um objetivo claro ajuda a filtrar as opções, a escolher cursos alinhados com o seu futuro e a evitar decisões impulsivas ou pouco relevantes para o seu percurso.
Em vez de escolher formações apenas por interesse ou tendência, identifique o que realmente lhe falta para evoluir. Pode ser uma competência técnica específica, uma ferramenta digital ou até capacidades de comunicação e liderança. Esta análise torna a escolha mais estratégica e direcionada para resultados concretos.
Nem todas as formações têm o mesmo impacto na empregabilidade. É importante perceber se as competências ensinadas são procuradas pelas empresas e se têm aplicação prática na sua área. Analisar ofertas de emprego, tendências do setor e requisitos mais comuns pode ajudar a identificar que conhecimentos fazem realmente a diferença.
A credibilidade de quem dá a formação é um fator decisivo. Verifique a experiência da instituição, o reconhecimento no mercado, o perfil dos formadores e as opiniões de antigos formandos. Uma entidade com boa reputação tende a oferecer conteúdos mais atualizados, métodos de ensino mais eficazes e certificações com maior peso no currículo.
O formato da formação deve adaptar-se à sua rotina e disponibilidade. Os cursos online podem ser ideais para quem trabalha e precisa de flexibilidade. Já as formações presenciais podem oferecer maior acompanhamento e interação. Avaliar a carga horária, a duração e o equilíbrio com a vida pessoal e profissional é essencial para garantir que consegue concluir o curso.
Uma boa formação profissional deve ir além da teoria e incluir aplicação prática dos conhecimentos. Programas com exercícios, projetos reais ou estudos de caso ajudam a consolidar competências e tornam a aprendizagem mais útil no dia a dia de trabalho. Quanto mais prático for o conteúdo, maior será o impacto na sua evolução profissional.
Uma boa formação profissional deve ir além da teoria e incluir aplicação prática dos conhecimentos. Programas com exercícios, projetos reais ou estudos de caso ajudam a consolidar competências e facilitam a transferência do que aprende para o contexto real de trabalho.
Algumas formações parecem acessíveis à partida, mas exigem um nível de dedicação, tempo e energia que nem sempre é compatível com a vida profissional e pessoal. Avaliar a carga horária, o ritmo das aulas e o trabalho autónomo necessário ajuda a garantir que conseguirá manter o compromisso até ao fim.
Nem todas as formações geram resultados imediatos, e isso nem sempre é mau sinal. Pergunte-se se aquela aprendizagem continuará a ser útil daqui a dois, cinco ou dez anos. As competências transversais e duradouras tendem a trazer mais valor do que conhecimentos muito específicos e de curta duração.
Formações com ligação a empresas, projetos reais, casos práticos ou networking entre participantes podem ter um impacto muito maior na carreira. Estes elementos aumentam as oportunidades de contacto com o mercado e tornam a experiência mais próxima da realidade profissional.
O preço não deve ser o único critério, mas deve ser ponderado em função do valor que a formação pode trazer. Pense no que pode ganhar a longo prazo: novas oportunidades, progressão na carreira, mudança de área ou aumento de rendimento. Esta análise ajuda a tomar uma decisão mais consciente e equilibrada.
Em algumas áreas, ter uma certificação pode ser um diferencial importante. Verifique se a formação emite um certificado reconhecido pelo setor ou por entidades oficiais. Embora nem sempre seja o fator mais importante, pode reforçar a credibilidade do seu perfil e facilitar processos de recrutamento ou progressão na carreira.
Com ajuda de Inteligência Artificial, a NCN reúne programas de formação em áreas com elevada procura, com base nas competências atuais e futuras dos candidatos e com ligação direta às necessidades reais do mercado de trabalho.
A oferta inclui opções em tecnologia, indústria, saúde, marketing e profissões técnicas, permitindo a diferentes perfis encontrar um caminho de requalificação ou especialização. Estes são alguns dos cursos com maior procura e com saídas profissionais relevantes.
Este curso é direcionado para quem procura uma carreira técnica ligada à indústria. Os formandos aprendem a instalar, reparar e manter equipamentos industriais, desenvolvendo competências muito valorizadas em fábricas e unidades de produção. É uma opção estável e com boas perspetivas de empregabilidade.
Este bootcamp é uma opção sólida para quem quer entrar no mundo da programação de forma rápida e estruturada. Ao longo da formação, os participantes aprendem a criar aplicações completas, trabalhando com diferentes linguagens e ferramentas usadas no mercado. É especialmente indicado para quem procura uma mudança de carreira para a área tecnológica, mesmo sem experiência prévia.
Este curso foca-se no desenvolvimento de competências em análise de dados, uma área cada vez mais valorizada em diferentes setores. Os formandos aprendem a trabalhar com dados reais, a criar relatórios e a retirar insights úteis para apoiar decisões de negócio. É uma boa opção tanto para quem quer entrar na área digital como para profissionais que já trabalham com dados e querem evoluir.
Esta formação prepara profissionais para apoiar equipas de saúde no acompanhamento e assistência a utentes. É indicada para quem procura uma área humana e de contacto direto com pessoas, com oportunidades em hospitais, clínicas, lares e outras instituições.
Esta formação é ideal para quem se interessa por marketing digital e quer aprender a atrair e converter clientes através de estratégias online. Ao longo do curso, os participantes exploram temas como aquisição de tráfego, otimização de campanhas e análise de resultados, desenvolvendo competências úteis para trabalhar em marketing, comunicação ou projetos próprios.
Este curso oferece uma base sólida para quem quer entrar no mundo do marketing digital ou atualizar conhecimentos. Aborda temas como redes sociais, publicidade online e estratégia de conteúdos, sendo útil para trabalhar em comunicação, pequenas empresas ou projetos próprios.
Esta formação prepara profissionais para garantir condições de segurança e saúde em ambiente de trabalho. É uma área transversal a muitos setores, como construção, indústria e serviços, e pode representar uma oportunidade de progressão para quem já está no mercado.
Este curso é indicado para quem quer iniciar uma carreira na área da gastronomia ou desenvolver competências culinárias com aplicação profissional. A formação aborda técnicas de preparação, organização de cozinha e normas de higiene, podendo abrir portas a oportunidades em restaurantes, hotéis ou negócios próprios.