Em fevereiro de 2026, a taxa de desemprego em Portugal situou-se nos 5,8%, e uma parte significativa das pessoas desempregadas enfrenta dificuldades em regressar ao mercado de trabalho sem atualizar as suas competências.

A formação profissional surge, neste contexto, como uma das ferramentas mais acessíveis e eficazes para inverter esta situação, especialmente quando existe apoio financeiro disponível.

Mas com tantas opções disponíveis, surgem algumas dúvidas naturais: Que tipo de formação faz mais sentido nesta fase? E como escolher a melhor opção para acelerar o regresso? Neste artigo, ajudamos a responder a estas questões e a dar os primeiros passos com mais confiança.

 

Que tipo de formação para desempregados existem?

A formação para desempregados permite adquirir novas competências, atualizar conhecimentos e até mudar de área profissional de forma mais estruturada e segura.

Existem várias opções de formação para desempregados, com diferentes durações, níveis de profundidade, modalidades, tipo de financiamento e objetivos. A escolha depende sobretudo da experiência anterior, do tempo disponível e do tipo de carreira que se pretende construir ou retomar.

 

Cursos profissionais certificados

São formações mais estruturadas e completas, geralmente orientadas para a entrada ou reentrada no mercado de trabalho. Incluem normalmente uma forte componente prática e são ideais para quem procura uma qualificação reconhecida, registada no Catálogo Nacional de Qualificações e valorizada pelas empresas. Muitos destes cursos são promovidos pelo IEFP ou por entidades acreditadas pela DGERT.

Formação financiada para desempregados

Existem várias formações com apoio público, frequentemente gratuitas ou com subsídios associados (como bolsas de formação, subsídio de alimentação e transporte, dependendo da situação de cada pessoa). Estas formações são cofinanciadas pelo Fundo Social Europeu e permitem adquirir novas competências sem necessidade de um investimento financeiro elevado.

 

Formações modulares e de curta duração

São cursos mais flexíveis e focados em competências específicas. Funcionam bem para quem quer atualizar conhecimentos rapidamente ou reforçar áreas concretas do currículo sem um compromisso de longa duração. São uma boa opção de entrada para quem quer explorar uma nova área antes de investir numa formação mais extensa.

 

Programas de requalificação profissional

Destinam-se a quem pretende mudar de área profissional de forma estruturada. São formações mais direcionadas para setores com maior procura no mercado, como tecnologia, energias renováveis, saúde e logística, e oferecem uma base sólida para quem está a recomeçar do zero numa nova área.

 

Formação online e flexível

Cada vez mais comum e reconhecida pelos empregadores, a formação online para desempregados permite estudar ao ritmo de cada pessoa e conciliar o processo de aprendizagem com a procura ativa de emprego. É uma solução prática para quem precisa de flexibilidade e não quer interromper outras responsabilidades durante a formação.

 

Como escolher a formação certa quando está desempregado?

Quando se está em situação de desemprego, escolher uma formação não deve ser uma decisão impulsiva ou baseada apenas no interesse pessoal.

Nesta fase, trata-se de uma decisão estratégica que pode influenciar diretamente a rapidez e a qualidade do regresso ao mercado de trabalho. Aqui ficam os critérios mais importantes a ter em conta.

 

1. Defina primeiro o objetivo da formação

Em situação de desemprego, o principal objetivo é, naturalmente, regressar ao mercado de trabalho o mais rapidamente possível. No entanto, o ponto de partida deve ser perceber se o regresso ao mercado passa por uma função semelhante à anterior ou por uma mudança de área profissional.

Se a prioridade for encontrar emprego a curto prazo, faz mais sentido apostar em formações curtas, práticas e muito focadas em competências específicas com elevada procura. Já uma mudança de carreira exige, normalmente, uma formação mais estruturada, que permita construir uma base sólida desde o início.

 

2. Valide se existe procura real no mercado

Antes de tomar uma decisão, é importante perceber se as competências que vai adquirir são realmente procuradas pelas empresas. Uma forma simples de o fazer é analisar ofertas de emprego e identificar padrões nas exigências de cada área.

Isto ajuda a garantir que a formação escolhida está alinhada com as oportunidades disponíveis e não apenas com os interesses pessoais.

 

3. Dê prioridade à componente prática

Em contexto de desemprego, a capacidade de aplicar conhecimentos rapidamente faz toda a diferença. Formações com exercícios práticos, projetos ou simulação de tarefas de determinada função, bem como períodos de estágio, demonstram competências reais e tornam o perfil mais atrativo num processo de recrutamento. Ou seja, quanto mais próxima a formação estiver da realidade profissional, maior será o seu impacto na empregabilidade.

 

4. Avalie a facilidade de entrada na área

Nem todas as áreas permitem uma entrada rápida no mercado de trabalho. Algumas exigem experiência prévia ou qualificações mais avançadas, enquanto outras têm maior abertura a perfis em início de carreira ou em fase de requalificação. Perceber este ponto com antecedência evita investir tempo e energia numa formação que não vai resultar numa oportunidade concreta no prazo esperado.

 

5. Procure formações com ligação ao mercado de trabalho

Cursos com estágios, formação em contexto de trabalho, parcerias ou ligações diretas a empresas aumentam significativamente as hipóteses de integração profissional. Esta ligação ao mercado permite ganhar experiência prática, criar contactos relevantes e, em muitos casos, podem vir a ser úteis para facilitar o acesso a novas oportunidades de emprego.

 

6. Considere o tempo até conseguir emprego

Para quem está desempregado, o tempo até à primeira oportunidade é um fator crítico. Algumas formações permitem entrar no mercado em poucos meses, enquanto outras exigem um percurso mais longo. Ter esta noção clara desde o início ajuda a alinhar expectativas e a tomar decisões mais conscientes quanto à formação a tirar.

 

7. Tenha em conta a sua realidade atual

Por mais interessante que um curso possa parecer, só faz sentido avançar se for possível concluí-lo. Em contexto de desemprego, mesmo havendo mais disponibilidade de tempo, a situação financeira e a capacidade de manter a consistência ao longo da formação são fatores primordiais e que não podem ser ignorados.

A melhor escolha não é necessariamente a mais exigente, mas sim aquela que consegue terminar e aplicar com sucesso. A boa notícia é que existem várias formações financiadas que permitem adquirir novas competências a custo zero para os participantes.

 

Dicas para acelerar o regresso ao mercado de trabalho

Fazer formação é um passo importante, mas não é o único. Pequenas mudanças na rotina e na estratégia de procura de emprego podem fazer uma diferença significativa na rapidez do processo.

 

Cursos de formação para desempregados disponíveis na NCN

A New Career Network Portugal disponibiliza um conjunto de formação financiada para desempregados em áreas com elevada procura no mercado de trabalho.

Todos os programas incluem uma forte componente prática e estágio em empresas do setor, o que aumenta significativamente as hipóteses de integração profissional após a conclusão da formação.

Estes são alguns dos cursos gratuitos com maior procura e com mais de 70% de empregabilidade.

 

Auxiliar de Ação Médica – PRO_MOV – IEFP

Este curso é uma excelente porta de entrada na área da saúde, indicada para quem procura uma colocação rápida num setor em constante procura de profissionais A formação prepara para apoiar equipas de saúde na prestação de cuidados aos utentes. Inclui apoio direto em cuidados básicos, recolha e transporte de amostras biológicas, limpeza e higienização de espaços, equipamentos e materiais, bem como apoio logístico e administrativo. A formação decorre em sala e em contexto real de trabalho, permitindo o contacto direto com o setor da saúde.

 

Eletricista de Instalações Sustentáveis – PRO_MOV – IEFP

Esta formação aborda instalações elétricas, quadros elétricos, automatismos, domótica e mobilidade elétrica, incluindo infraestruturas de carregamento e autoconsumo solar. Combina teoria com prática intensiva e experiência em contexto de trabalho em empresas do setor energético. É recomendado a quem procura uma carreira técnica com elevada empregabilidade numa área em crescimento acelerado.

 

Eletromecânico de Manutenção Industrial – PRO_MOV – IEFP

Com este curso, os formandos aprendem a instalar, manter e reparar equipamentos industriais. Inclui formação em eletricidade, mecânica, automatismos, hidráulica, pneumática e leitura de desenho técnico. O objetivo é capacitar para atuar na manutenção de sistemas industriais complexos e na resolução de avarias técnicas. A formação inclui uma forte componente prática e estágio em empresas industriais. É ideal para quem procura uma carreira técnica estável em ambiente industrial.

 

Software Developer – PRO_MOV – IEFP

Este curso forma profissionais para desenvolver aplicações web e móveis, aptos para trabalhar com bases de dados, interfaces e arquiteturas modernas de software. Aborda a programação orientada a objetos, desenvolvimento front-end e back-end, frameworks, bases de dados SQL e NoSQL, bem como aplicações móveis para Android e iOS. Inclui ainda boas práticas de qualidade de software, design de sistemas e metodologias de desenvolvimento. Culmina num projeto final em contexto real.

Trata-se de uma formação altamente prática e completa para quem quer entrar na área tecnológica e de programação, uma das que apresenta maior procura de profissionais qualificados em Portugal.

 

Invista na sua formação e evolua na carreira

Se está em situação de desemprego e quer encontrar uma formação que acelere o regresso ao mercado de trabalho, a New Career Network Portugal pode ajudá-lo a identificar o caminho certo para o seu perfil e objetivos.

Explore os cursos disponíveis, conheça os testemunhos de quem já passou por este processo e dê o próximo passo com mais clareza e confiança.

 

O mercado de trabalho evolui rapidamente, mas nem todos conseguem acompanhar o ritmo. A digitalização, a automação e a globalização têm transformado funções inteiras e criado novas exigências. Por exemplo, profissões que eram estáveis há 5 ou 10 anos hoje exigem competências digitais, capacidade de análise e uma adaptação constante à mudança. Ou seja, o que antes era suficiente, hoje pode já não garantir a competitividade necessária.

Neste contexto, o desenvolvimento profissional deixou de significar apenas “tirar mais um curso”. Trata-se de uma estratégia contínua para manter a relevância no mercado, aumentar o rendimento, preparar uma mudança de carreira ou conquistar posições com maior responsabilidade.

Se está a considerar uma reconversão profissional, pretende atualizar competências ou simplesmente quer reforçar a sua empregabilidade, este guia vai ajudá-lo a perceber por onde começar e como estruturar um plano de desenvolvimento profissional claro, realista e orientado para bons resultados.

 

Desenvolvimento profissional: porque é tão importante?

Em Portugal, o mercado de trabalho está cada vez mais orientado para as competências demonstráveis e para a capacidade de gerar resultados. As empresas valorizam profissionais que saibam dominar ferramentas específicas, melhorar processos e comunicar de forma estratégica.

Neste contexto, muitas funções tradicionais têm sido transformadas pela digitalização. Por exemplo, as funções administrativas exigem software de gestão, as áreas comerciais dependem de CRM e análise de métricas, e mesmo as profissões técnicas requerem atualização contínua.

Como tal, o desenvolvimento profissional deixou de ser opcional, e é agora um fator determinante para a estabilidade, progressão e mobilidade na carreira.

 

1. Empregabilidade a longo prazo

A estabilidade profissional já não depende apenas da experiência acumulada, mas da relevância das competências atuais. Um profissional pode ter 15 anos de experiência, mas se não dominar as ferramentas ou metodologias que o mercado exige hoje, perde competitividade.

Investir em upskilling (aprofundar competências na mesma área) permite acompanhar a evolução da profissão. Por outro lado, apostar em reskilling (adquirir competências para mudar de área) cria alternativas quando o setor de origem perde dinamismo ou quando surgem novas oportunidades mais atrativas.

Empregabilidade deixou, no fundo, de significar “ter emprego”. Significa conseguir manter as opções abertas ao longo da carreira.

 

2. Progressão salarial e poder de negociação

As competências técnicas específicas têm impacto direto no valor de mercado de um profissional. A título de exemplo, o domínio de análise de dados, automação, marketing digital orientado a resultados, gestão de projetos com metodologias ágeis ou ferramentas tecnológicas especializadas aumentam significativamente o leque de oportunidades.

O desenvolvimento profissional estratégico não se resume apenas a crescimento interno, significa aumentar a margem de escolha. Quanto mais rara e aplicável for a competência, maior tende a ser o poder de negociação salarial.

 

3. Capacidade de mudar de carreira com menor risco

Muitas pessoas querem mudar de área, mas não sabem como fazê-lo sem perder a estabilidade financeira que conquistaram. É aqui que o desenvolvimento profissional estruturado faz a diferença.

Uma transição bem-sucedida não acontece por impulso. Envolve passos como a identificação clara da área de destino, o mapeamento das competências exigidas, a formação prática e a construção de portefólio (se aplicável).

Quando existe preparação, a mudança deixa de ser um salto no vazio e passa a ser um movimento calculado.

 

Como planear o desenvolvimento profissional

Falar de desenvolvimento profissional exige mais do que conselhos genéricos como “invista em si mesmo”. Trata-se de decidir com estratégia, identificar as oportunidades no mercado e aplicar as competências obtidas. De seguida, os passos para o fazer de forma estruturada.

 

1. Identifique as competências com mais procura no mercado

Antes de avançar para qualquer formação, analise o mercado: leia ofertas de emprego na sua área de interesse, anote quais são as competências técnicas mais repetidas e quais as ferramentas ou certificações exigidas.

Por exemplo:

2. Identifique as competências que já possui

Nem todo o desenvolvimento profissional começa do zero. Muito provavelmente até já têm competências que podem ser valorizadas ou transferidas para outras funções.

Por exemplo, se trabalhou em atendimento ao público é provável que possua competências de comunicação, gestão de conflitos e relacionamento com clientes. Já se tem experiência na área administrativa, aproveite o know-how em organização de processos e a gestão de informação

Ao identificar as suas competências, consegue perceber melhor quais precisam de ser aprofundadas (upskilling) e que novas competências podem ser necessárias para mudar de área (reskilling).

 

3. Escolha formações com forte componente prática

Nem todas as formações têm o mesmo impacto na empregabilidade. Sempre que possível, privilegie formações que incluam projetos práticos, simulações de situações reais de trabalho, estudos de caso e estágios ou projetos orientados.

Por exemplo, um curso de marketing digital que inclua a criação real de campanhas ou uma formação em gestão administrativa que permita trabalhar com um software empresarial, tende a ter mais impacto do que uma formação exclusivamente teórica.

 

4. Aplique as competências em contextos reais

Uma das formas mais eficazes de consolidar a aprendizagem é aplicar rapidamente aquilo que foi aprendido. Existem várias formas de ganhar experiência prática:

 

5. Crie um plano de desenvolvimento profissional

Para muitas pessoas, o maior desafio não é começar uma formação, mas mantê-la até ao fim, principalmente quando já está empregado a full-time e se tem outras responsabilidades além da vida profissional. A solução passa por criar um plano simples e consistente.

Alguns passos úteis incluem:

Manter a consistência ao longo do tempo é mais importante do que períodos curtos de grande intensidade. Tenha em mente que os pequenos progressos semanais podem gerar uma evolução significativa ao longo de alguns meses.

Não espere até sentir-se totalmente preparado para avançar. Em muitos casos, quando se domina cerca de 60% a 70% das competências exigidas, já é possível começar a candidatar-se a novas oportunidades ou assumir novos desafios profissionais.

 

Melhores cursos para o desenvolvimento profissional

Aqui, destacamos alguns cursos que combinam teoria e prática para que os profissionais saiam preparados para assumir funções valorizadas pelas empresas.

 

Bootcamp de Cibersegurança Pós-Laboral – Code for All

Este bootcamp de Cibersegurança prepara profissionais para atuar na área de segurança digital, através do desenvolvimento de competências críticas em proteção de sistemas, redes e dados. Com uma abordagem prática, os formandos aplicam os conhecimentos adquiridos em contextos reais, ganham experiência valorizada pelas empresas e ficam aptos para funções em cibersegurança, auditoria de sistemas e gestão de riscos digitais.

 

UX/UI Design Full-Time Remote – Ironhack

O curso de UX/UI Design da Ironhack prepara profissionais para criar experiências digitais envolventes, aplicando estratégias de design e comunicação que atraem e convertem clientes. A formação combina teoria e prática em projetos reais, permitindo aos formandos construir um portefólio, desenvolver competências técnicas em UX/UI e preparar-se para funções em design de produtos digitais, interfaces web e aplicações móveis.

 

Auxiliar de Ação Médica – PRO_MOV (IEFP)

Esta formação prepara para o apoio de equipas de saúde no acompanhamento e assistência a utentes, desenvolvendo competências práticas em cuidados básicos, organização de processos e contacto direto com pessoas. Indicada para quem procura uma área humana e de proximidade, oferece oportunidades de trabalho em hospitais, clínicas, lares e outras instituições de saúde.

 

Curso de Marketing Digital com Especialização em E-Commerce – Master.D

O Curso de Marketing Digital com Especialização em E-Commerce da Master D prepara os profissionais para criar e gerir lojas online, planear e executar campanhas digitais, otimizar SEO e SEM e desenvolver estratégias de fidelização e experiência do utilizador. Com uma abordagem prática e flexível, o curso combina teoria aplicada, projetos reais e o acompanhamento de tutores especializados. Ao concluir, os participantes ficam aptos para funções como gestor de marketing digital, gestor de redes sociais, gestor SEO/SEM ou gestor de lojas online.

 

Conheça estas e outras formações da NCN disponíveis para levar o seu conhecimento e a sua carreira a outro patamar.

 

A entrevista de emprego é sempre um momento importante para avaliar a atitude, clareza, confiança e adequação à função e à empresa.
É normal que este momento gere algum nervosismo, mas existem formas práticas de se preparar e, acima de tudo, erros muito comuns que deve evitar. Descubra quais são e o que fazer.

 

5 erros mais comuns numa entrevista de emprego

Muitos candidatos chegam a uma entrevista de emprego bem preparados em termos técnicos, mas acabam por cometer erros que comprometem a sua avaliação sem sequer se aperceberem disso. Conhecê-los com antecedência é já meio caminho andado para os evitar.

 

1. Não conhecer a empresa ou a função

Chegar à entrevista sem perceber o que a empresa faz ou o que a função exige transmite falta de interesse. Muitos candidatos focam-se apenas em “conseguir emprego”, mas esquecem-se de mostrar que querem aquela vaga em específico. Este descuido reduz imediatamente a credibilidade perante o recrutador, independentemente das competências técnicas que o candidato possa ter.

 

2. Respostas vagas e sem exemplos concretos

Dizer apenas “sou exigente” ou “tenho boa capacidade de comunicação” não é suficiente. Os recrutadores querem provas reais, situações concretas que demonstrem essas qualidades na prática. Sem exemplos concretos, as respostas parecem genéricas e pouco credíveis, e dificilmente ficam na memória de quem entrevista vários candidatos.

 

3. Falar negativamente de experiências anteriores

Criticar antigos chefes, colegas ou empresas é um erro comum e muito penalizador. Mesmo quando as situações foram genuinamente difíceis, o foco deve estar no que foi aprendido, na forma como o candidato cresceu com essa experiência, e não no conflito.

 

4. Falta de preparação para perguntas-chave

Perguntas como “Fale-me de si”, “Porque quer esta vaga?” ou “Porque o devemos escolher a si?” são usadas há ano em entrevistas de emprego e continuam a ser decisivas. A improvisação leva facilmente a respostas confusas e pouco estruturadas, precisamente quando seria mais importante causar uma boa impressão.

 

5. Subestimar a comunicação não verbal

A postura, o contacto visual e o tom de voz influenciam a perceção do recrutador tanto como o conteúdo das respostas. Uma boa resposta perde impacto se a linguagem corporal transmitir insegurança ou desinteresse, e muitas vezes o candidato nem se apercebe de que está a enviar esses sinais.

 

Como se preparar para uma entrevista de emprego

A preparação para uma entrevista de emprego é um dos fatores mais determinantes para aumentar as hipóteses de sucesso num processo de recrutamento. Muito mais do que “saber responder bem”, trata-se de construir confiança, demonstrar profissionalismo e mostrar ao recrutador que existe um alinhamento real entre o seu perfil e a vaga.

 

1. Pesquise a empresa e a vaga em detalhe

Antes de qualquer entrevista, é fundamental conhecer bem a empresa e o contexto da vaga a que se está a candidatar. Este é um dos aspetos mais valorizados pelos recrutadores, pois demonstra interesse genuíno e proatividade, duas qualidades que nenhum candidato deve deixar de comunicar.

Procure informação sobre:

Além do site oficial, explore outras fontes de informação, como redes sociais profissionais e plataformas de avaliação de empresas, que muitas vezes revelam aspetos da realidade interna que não estão nos canais oficiais. Desta forma, consegue perceber melhor a realidade interna e ajustar a sua abordagem.

Ao compreender a função em detalhe, consegue preparar respostas mais relevantes e mostrar de forma clara como o seu perfil se enquadra na posição e contexto específico.

 

2. Prepare o seu discurso pessoal (o seu “pitch”)

Uma das perguntas mais comuns numa entrevista é “Fale-me sobre si”. Por isso, prepare em casa um resumo claro e objetivo do seu percurso profissional e treine-o até conseguir  dizê-lo de forma natural, sem que pareça demasiado ensaiado ou performativo.

Este discurso deve incluir:

O ideal é que esta resposta tenha entre 1 e 2 minutos e seja estruturada como uma narrativa coerente. A ideia não é contar toda a sua história, mas sim de destacar o que é mais relevante para a vaga.

Uma boa forma de terminar o seu pitch é explicar o porquê de se estar a candidatar àquela função específica e o que acredita que pode acrescentar à empresa.

 

3. Antecipe perguntas frequentes e prepare as respostas

Uma boa preparação para uma entrevista não significa decorar as respostas, mas sim saber antecipadamente o que quer dizer e como o vai estruturar caso. O objetivo é responder de forma natural, organizada e com confiança, sem hesitações que transmitam insegurança.

Para isso, comece por preparar algumas ideias para as perguntas mais comuns, como:

Ao responder, dê exemplos da sua experiência para apoiar as suas respostas. Em vez de dizer “sou organizado”, por exemplo, explique uma situação em que a sua organização fez a diferença. Em vez de dizer “trabalho bem em equipa”, descreva um projeto onde isso foi essencial.

Para perguntas que pedem exemplos, a técnica STAR pode ajudar a organizar a resposta de forma clara:

 

4. Prepare exemplos concretos da sua experiência

Ainda sobre as respostas às questões dos recrutadores, um dos erros mais comuns em entrevistas é falar de forma demasiado genérica. As respostas ganham muito mais peso quando são apoiadas por situações e exemplos reais.

Por exemplo:

Sempre que possível, quantifique esses resultados. Dizer “aumentei a eficiência em 20%” ou “coordenei uma equipa de 5 pessoas durante 6 meses” é muito mais convincente do que uma afirmação genérica sobre as suas capacidades.

Estes exemplos tornam as suas respostas mais credíveis e ajudam o recrutador a perceber o verdadeiro impacto do seu trabalho.

 

5. Prepare a sua imagem e comunicação não verbal

A forma como se apresenta visualmente e a sua linguagem corporal têm também um impacto significativo na perceção do recrutador , muitas vezes antes de qualquer palavra ser dita.

Antes da entrevista, deve:

Durante a entrevista, mantenha uma postura aberta, evite os braços cruzados, mantenha o contacto visual de forma natural e use um tom de voz seguro e claro. A comunicação não verbal pode reforçar ou enfraquecer a sua mensagem, por isso merece ser trabalhada com a mesma atenção que o conteúdo das respostas.

 

6. Treine a entrevista

É normal sentir algum nervosismo antes de uma entrevista de emprego, especialmente quando se trata de uma oportunidade importante. A melhor forma de gerir essa ansiedade é treinar e algumas estratégias incluem:

A preparação reduz significativamente a sensação de imprevisibilidade que está na origem de grande parte do nervosismo.

 

7. Prepare perguntas para fazer ao recrutador

No final da entrevista, é quase sempre esperado que o candidato faça perguntas. Este momento é importante para demonstrar interesse e maturidade profissional.

Se não sabe que perguntas fazer numa entrevista de emprego, eis boas sugestões:

Evite dizer que não tem perguntas, uma vez que pode ser facilmente interpretado como falta de interesse.

 

8. Reveja informações práticas antes da entrevista

Por fim, antes do dia da entrevista, confirme todos os detalhes logísticos:

Estar preparado a nível prático ajuda a reduzir imprevistos e permite chegar à entrevista com mais tranquilidade.

 

Encontre a próxima oportunidade de emprego com a NCN

Se quer dar o próximo passo na sua carreira de forma mais estratégica, a New Career Network (NCN) pode ajudá-lo a transformar essa preparação em resultados reais.

A NCN utiliza inteligência artificial para analisar o seu perfil, identificar as suas competências e indicar os melhores caminhos para evoluir profissionalmente. Além disso, dá-lhe acesso a formações com elevada empregabilidade, vagas de emprego alinhadas com o seu perfil e ferramentas para o ajudar a tomar decisões mais informadas sobre o seu futuro.

Comece hoje a sua jornada na NCN e dê o próximo passo rumo ao seu futuro profissional.

 

Sabia que só 1 em cada 10 adultos dizem ter participado em atividades de aprendizagem recentes, em Portugal? Este dado é revelador, mas não significa que a vontade de evoluir não exista. Pelo contrário, há cada vez mais pessoas a querer dar um passo em frente na carreira, seja para atualizar competências, mudar de área ou simplesmente não ficarem para trás num mercado que muda a um ritmo acelerado.

O problema é que a dúvida costuma aparecer cedo: por onde começar? Que tipo de formação faz mais sentido? E como conciliar tudo isto com uma agenda já preenchida? Neste artigo, ajudamos a responder a estas questões e a dar o próximo passo com confiança.

 

Por que é importante investir em cursos para adultos?

Investir em formação ao longo da vida é, muitas vezes, o que faz a diferença entre ficar estagnado profissionalmente ou continuar a evoluir.
A formação contínua deixou de ser um extra reservado a quem tem tempo e recursos. Para muitos adultos, é uma das formas mais concretas de ganhar margem de manobra no mercado de trabalho.

Aqui ficam bons motivos para investir em formação profissional.

 

Tipos de cursos para adultos

A oferta formativa para adultos cresceu bastante nos últimos anos, e hoje existem opções para perfis e objetivos muito diferentes, com diferentes formatos e durações.
Perceber o que cada formato oferece é o primeiro passo para fazer uma escolha acertada.

Entre as principais opções, destacam-se:

Independentemente do formato, o mais importante é escolher um curso alinhado com os seus objetivos e com aplicação prática na sua vida profissional.

 

Como escolher o curso certo

Quando já se têm responsabilidades profissionais e pessoais, a escolha de um curso deixa de ser apenas uma questão de interesse e passa a ser uma decisão com peso estratégico.

Nesta fase da vida, o tempo é mais limitado, o investimento é mais ponderado e o retorno esperado tem de ser claro. Por isso, a escolha deve ter em conta o impacto real que a formação pode ter na carreira e na evolução profissional.

 

1. Comece pelo problema que quer resolver

Antes de pensar em cursos específicos, é importante perceber qual é o objetivo real da formação. Muitas decisões falham porque começam pelo “quero aprender algo novo” em vez de partirem de uma necessidade concreta. Pode ser a falta de progressão na carreira, a necessidade de atualizar competências ou o desejo de mudar de área. Quando o problema está bem definido, torna-se muito mais fácil identificar o tipo de curso que realmente faz sentido.

 

2. Valide se existe procura no mercado

Outro passo a dar é perceber se as competências que pretende adquirir têm aplicação prática no mercado de trabalho, isto é, se o curso específico está alinhado com as exigências atuais em determinado setor. Uma forma simples de o fazer é analisar ofertas de emprego na área de interesse e identificar os padrões recorrentes nas exigências. Assim, evita formações que podem ser interessantes do ponto de vista pessoal, mas pouco relevantes em termos de empregabilidade.

 

3. Distinga teoria de competências práticas

Nem todos os cursos servem o mesmo propósito, e perceber esta diferença é importante para fazer uma escolha acertada.

Os workshops e formações curtas, por exemplo, são ideais para quem quer adquirir competências muito específicas num curto espaço de tempo. São particularmente úteis para atualização rápida de conhecimentos, aprendizagem de ferramentas concretas ou exploração inicial de uma nova área. No entanto, tendem a ter um impacto mais limitado quando o objetivo é mudar de carreira.

Já os cursos profissionais mais longos e estruturados oferecem uma aprendizagem mais completa e progressiva. Normalmente incluem mais prática, acompanhamento e consolidação de conhecimentos, sendo mais indicados para quem pretende requalificar-se ou construir uma base sólida numa nova área profissional.

O mais importante não é escolher o formato “melhor”, mas sim o que está mais alinhado com a meta final.

 

4. Avalie o impacto a curto prazo

Pergunte-se de forma realista o que vai mudar na sua situação profissional num horizonte de três a seis meses após a conclusão da formação. Esta perspetiva ajuda a perceber se o investimento é realmente útil ou apenas teórico.

 

5. Analise os resultados de antigos alunos

Mais do que o conteúdo do curso, é importante perceber o que aconteceu com quem já o frequentou. Sempre que possível, procure feedback de ex-alunos, percursos profissionais e resultados concretos. Esta informação dá uma visão muito mais realista do valor da formação e ajuda a reduzir o risco de decisões pouco acertadas. Nos cursos sugeridos pela NCN, encontra testemunhos de pessoas que já passaram pela mesma decisão e decidiram avançar.

 

6. Garanta que o curso é compatível com a sua realidade

Mesmo um bom curso pode não ser a escolha certa se não for compatível com a sua rotina. O tempo disponível, a carga horária e o formato da formação (online, presencial ou híbrido) são fatores determinantes que devem ser avaliados com atenção.

Atualmente, existem também modelos em regime híbrido (b-learning), que combinam sessões online com momentos presenciais. Este formato pode ser particularmente útil para quem precisa de flexibilidade, mas não quer abdicar totalmente do contacto direto com os formadores e colegas.

 

Melhores cursos para adultos

A New Career Network Portugal reúne programas de formação em áreas com elevada procura no mercado de trabalho, concebidos para responder às necessidades reais das empresas e dos profissionais. Aqui ficam algumas opções que valem a pena conhecer.

 

Curso de Design Gráfico – Master D

Uma boa opção para quem quer entrar na área criativa com uma base técnica sólida. Este curso teórico-prático aborda design digital, branding, edição e produção gráfica. Os formandos aprendem sobre criação de identidades visuais, design editorial, interfaces digitais, animação e pós-produção, com ferramentas como Photoshop, Illustrator, InDesign, After Effects e WordPress. Além disso, os formandos têm oportunidade de desenvolver um portefólio e têm acesso a bolsa de estágio e de emprego para facilitar a entrada no mercado de trabalho.

 

Eletromecânico de Manutenção Industrial – PRO_MOV – IEFP

Com esta formação, os formandos desenvolvem competências técnicas para intervir em máquinas e instalações industriais, diagnosticar avarias e garantir o correto funcionamento dos sistemas produtivos. Este curso para adultos responde à elevada procura por técnicos qualificados, e prepara profissionais para desempenhar funções em ambientes industriais exigentes e tecnicamente complexos.

 

Growth Marketing Part-time Remoto – Le Wagon

Este curso é indicado para profissionais que querem desenvolver ou aprofundar competências em marketing digital e crescimento de negócios. É uma formação que combina a aquisição de clientes, experimentação, análise de dados e otimização de funis de conversão. Ao longo do curso, os participantes trabalham em projetos práticos que simulam desafios reais do mercado para ganhar competências diretamente aplicáveis em contextos de marketing digital e crescimento de negócios.

 

Bootcamp de Programação Full-Stack Full-Time – Code for All

Este bootcamp oferece uma formação completa em engenharia de software, programação full-stack e inteligência artificial. Aqui, os participantes aprendem a desenvolver aplicações web do zero, a dominar tecnologias como Java, Spring, JavaScript, HTML e CSS, a gerir bases de dados, a aplicar boas práticas de desenvolvimento e a integrar soluções de IA em projetos reais. A aprendizagem é orientada para a prática, com foco na resolução de problemas reais da indústria, trabalho em equipa e metodologias ágeis.

 

Sabia que cerca de metade das competências profissionais deverão transformar-se nos próximos cinco anos? Os dados são do World Economic Forum e dão um sinal claro de que aprender continuamente é fulcral para acompanhar o ritmo da mudança.

Em Portugal, esta realidade já se reflete no dia a dia de muitos profissionais que procuram melhores salários, maior estabilidade ou simplesmente novas oportunidades de crescimento. A requalificação profissional surge como uma estratégia consciente para construir um futuro profissional mais sólido e alinhado com as exigências atuais do mercado.

Continue a ler para descobrir mais sobre este tema.

 

O que é requalificação profissional?

A requalificação profissional é o processo de adquirir novas competências para exercer uma função diferente ou integrar um novo sector de atividade. No fundo, trata-se de reposicionar a carreira para acompanhar as necessidades do mercado de trabalho.

No entanto, este conceito é muitas vezes confundido com outras situações. Por exemplo, mudar de empresa ou assumir funções semelhantes não implica necessariamente requalificação. Da mesma forma, realizar uma formação pontual nem sempre representa uma mudança de carreira.

 

Sinais de que a requalificação vale a pena

Cada vez mais profissionais ponderam uma mudança de área por motivos distintos. Alguns estão relacionados com a evolução do mercado de trabalho, enquanto outros surgem de objetivos pessoais ou ambições individuais há muito guardadas na gaveta.

Entre os motivos mais comuns destacam-se:

 

1. Sente falta de progressão salarial

Em muitos setores e profissões, a progressão salarial pode ser mais lenta ou até mais limitada, mesmo após vários anos de experiência, e sobretudo quando existe menor escassez de talento ou uma menor valorização de competências especializadas. A requalificação permite aceder a áreas onde a procura por talento é maior e, consequentemente, onde os salários e oportunidades de progressão tendem a ser maiores ou a evoluir mais rapidamente.

Tanto a Comissão Europeia como a OCDE têm vindo a sinalizar a escassez de talento em várias áreas e a reforçar a importância da requalificação e da aprendizagem ao longo da vida para responder às necessidades do mercado de trabalho.

 

2. Está num setor em forte transformação ou declínio

Cerca de 22% dos empregos atuais deverão ser transformados até 2030. A automação, a IA, a digitalização e as mudanças económicas estão (e continuarão) a ter um impacto direto em determinadas profissões. Em alguns casos, determinadas funções vão tornar-se menos valorizadas ou mais expostas à substituição parcial de tarefas.

Antecipar estas mudanças, através de requalificação e atualização de competências, pode ajudar a reduzir o risco de instabilidade profissional e a aumentar a capacidade de adaptação a novas oportunidades.

 

3. Tem dificuldade em encontrar emprego

Até os profissionais com experiência relevante podem enfrentar dificuldades quando a procura no seu sector diminui. Nesse sentido, a requalificação pode abrir portas a novas oportunidades.

 

4. Procura uma maior satisfação profissional

Nem todas as mudanças são motivadas por necessidade económica, por um melhor salário ou estabilidade. Em muitos casos, como sublinha a Eurofound, a vontade de mudar surge da procura por maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional, mais autonomia, um novo propósito ou um maior alinhamento com os seus valores e interesses pessoais.

Quando o trabalho deixa de trazer motivação ou bem-estar, a requalificação pode ser uma forma de construir um percurso mais sustentável e positivo a longo prazo.

 

5. Quer maior estabilidade a longo prazo

Por fim, ao escolher setores mais estáveis ou com boas perspetivas de crescimento, a requalificação pode ser uma forma inteligente de proteger e fortalecer a sua carreira a longo prazo.

 

Como fazer uma requalificação profissional com sucesso

Dizem as estatísticas que seis em cada dez trabalhadores vão precisar de formação adicional ou requalificação até 2027. Para isso, é necessário um processo estruturado que implica análise pessoal, conhecimento do mercado e decisões práticas.

 

1. Analise as competências atuais

O primeiro passo não é escolher um curso, mas compreender aquilo que já se sabe fazer. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, requalificação não significa começar do zero.

Grande parte das competências adquiridas ao longo da carreira – como comunicação, organização, resolução de problemas ou gestão de clientes – são transferíveis entre sectores e podem tornar a mudança mais rápida do que se imagina.

Por exemplo:

Portanto, responda a estas questões: que tarefas ocupam a maior parte do seu tempo de trabalho? Que problemas resolve regularmente? Que qualidades são reconhecidas por colegas ou clientes?

Lembre-se que as competências técnicas são importantes, mas as competências transversais não ficam atrás. Faça o mapeamento das suas capacidades para identificar os sectores onde a transição pode acontecer de forma mais natural e sustentável.

 

2. Identifique os sectores com empregabilidade real

Um erro comum é escolher uma nova área apenas pela popularidade ou pela perceção de que oferece bons salários. Antes de investir tempo e recursos, tente compreender as necessidades reais do mercado.

Analise a procura por profissionais, os salários médios, o volume de vagas disponíveis e as perspetivas de crescimento do sector. Áreas como tecnologia, saúde, operações, logística, energia ou funções digitais apresentam atualmente maior procura, mas a decisão deve considerar sempre o perfil individual e os objetivos profissionais de cada pessoa.

NA NCN encontra oportunidades reais de emprego alinhadas com o seu perfil e objetivos profissionais.

 

3. Defina um objetivo profissional claro

“Quero mudar de área” é uma intenção válida, mas demasiado genérica para orientar decisões concretas. É importante definir uma função específica – como analista de dados ou designer gráfico – para facilitar a escolha da formação adequada e, assim, construir um plano de transição realista. Quanto mais claro for o objetivo, mais fácil será identificar as competências em falta e as oportunidades para entrar no mercado.

 

4. Escolha formação orientada para prática e empregabilidade

Nem todas as formações têm o mesmo impacto profissional. Os pogramas excessivamente teóricos podem dificultar a entrada numa nova área, sobretudo quando as empresas procuram experiência prática demonstrável.

Ao avaliar as opções, é importante verificar se os conteúdos são atuais, se inclui projetos práticos ou a criação de portefólio, ligação a empresas da área e taxas comprovadas de empregabilidade. A formação deve funcionar como uma ponte direta para o mercado de trabalho, e não apenas como acumulação de certificados.

 

5. Crie experiência antes da mudança formal

Esperar pelo final da formação para procurar oportunidades é um erro frequente. Projetos pessoais, trabalhos como freelancer, voluntariado ou participação ativa em comunidades profissionais permitem desenvolver competências reais e construir provas concretas de capacidade.

Até as iniciativas de pequena escala demonstram iniciativa e podem ser vantajosas no momento de entrevistas.

 

6. Adapte o currículo profissional

Uma requalificação exige também o reposicionamento na forma como a experiência é apresentada. Ou seja, o currículo não deve transmitir a ideia de alguém sem experiência, mas sim de um profissional que está a aplicar competências já desenvolvidas numa nova função.

Destaque as capacidades transferíveis, inclua projetos realizados durante a formação e adapte a linguagem às exigências do novo sector para aumentar significativamente a relevância perante os recrutadores.

 

7. Construa uma rede de contactos

Grande parte das oportunidades profissionais surge através de contactos e recomendações. Participar em eventos, workshops ou comunidades online permite-lhe compreender melhor as expectativas reais das empresas e criar ligações com profissionais da área.

Por exemplo, em conversas informais pode surgir informação valiosa sobre determinadas funções, competências mais procuradas e caminhos de entrada que raramente aparecem em anúncios públicos.

 

8. Planeie a transição financeira

A requalificação não precisa de ser abrupta. Sempre que possível, a mudança deve ser preparada de forma gradual. Estudar enquanto se mantém o emprego atual, criar uma poupança de segurança ou optar por transições progressivas, reduz o risco financeiro e aumenta a confiança durante o processo. Assim, planeie estrategicamente o seu momento de requalificação profissional para que aconteça de forma sustentável e alinhada com os seus objetivos pessoais e profissionais.

 

Os melhores cursos para requalificação profissional

Reunimos alguns cursos pensados para profissionais que desejam reposicionar a sua carreira em setores com elevada empregabilidade e potencial de crescimento. Entre eles, destacamos:

Curso de Energias Renováveis – Master D

Este curso teórico-prático destina-se a todos os interessados na instalação e manutenção de sistemas solares térmicos e fotovoltaicos, assim como em sistemas eólicos. Durante a formação, os participantes vão aprender sobre energia hídrica, geotérmica, solar, eólica, e muito mais. Além disso, terão acesso à bolsa de estágios e de emprego da Master D.

 

Curso de Marketing Digital com Especialização em E-Commerce – Master D

Esta formação é ideal para quem deseja aprender sobre gestão de lojas online e estratégias digitais. Com uma abordagem prática e flexível, os formandos vão aprender a criar websites profissionais, a gerir campanhas em Google Ads e Facebook Ads, SEO e SEM, além de compreender como funciona a logística e os métodos de pagamento online. A formação prepara para funções como gestor de marketing digital, gestor de redes sociais ou gestor de e-commerce, com certificações em ferramentas reconhecidas no mercado, como WordPress, WooCommerce e Photoshop.

 

Full Stack Developer – RE_Start AI Edition

O programa deste Curso de Full Stack Developer é ideal para quem pretende entrar na área de programação e desenvolvimento web, com foco em Inteligência Artificial. A formação combina módulos de bases de dados, web development e AI for Developers, tudo online e pós-laboral. Inclui também um estágio remunerado de quatro meses para que possa aplicar competências em contextos reais de trabalho. Ao concluir o curso, os formandos podem atuar como Full Stack Developer, Front-End, Back-End Developer, QA Tester ou DevOps Engineer.

 

Especialista em Mecatrónica Automóvel, Planeamento e Controlo de Processos Laboral – ATEC

Este curso da ATEC prepara os profissionais para o planeamento e controlo de processos de manutenção e reparação automóvel (veículos ligeiros e pesados). Os formandos vão desenvolver competências em diagnóstico, reparação e supervisão de oficinas, alinhadas com as normas de segurança e produtividade atuais. O curso confere o Nível 5 de Qualificação Profissional e inclui estágio para que entre no mercado de trabalho devidamente preparado.

 

Encontre na NCN Portugal a solução para começar a sua requalificação profissional.

 

Sabia que apenas 1 em cada 20 cursos do ensino superior em Portugal oferece emprego praticamente garantido?

Num universo de milhares de licenciaturas e mestrados, só uma pequena minoria conduz a taxas de empregabilidade próximas dos 100%. Saúde, engenharias e tecnologia lideram a tabela. Todos os outros? Competem por um mercado saturado ou simplesmente imprevisível.

Isto significa que a escolha do curso pode não ser apenas uma decisão académica, mas sim uma decisão financeira com impacto durante décadas. Anos de estudo, milhares de euros investidos e, no final, a pergunta inevitável: haverá trabalho?

Perante este cenário, a questão impõe-se: como escolher um curso com maior empregabilidade? E depois do ensino superior, como continuar a evoluir através de formações com elevada empregabilidade?

 

Como identificar cursos com maior empregabilidade

Da análise dos conteúdos dos cursos ao percurso dos formadores, há várias pistas que pode seguir para identificar cursos com maior empregabilidade.

 

Analise a integração profissional dos formandos

Um dos indicadores mais relevantes é o percurso dos participantes após concluírem a formação. Os cursos orientados para a empregabilidade tendem a manter uma ligação ativa com empresas do respetivo setor e a acompanhar a transição dos formandos para o mercado de trabalho.

Sempre que possível, procure informação sobre parcerias empresariais, programas de apoio à carreira ou testemunhos de antigos alunos. A existência de estágios ou projetos realizados em colaboração com organizações reais pode facilitar significativamente o primeiro contacto profissional.

 

Dê prioridade a competências técnicas concretas

Nem todas as formações têm o mesmo impacto na empregabilidade. Cursos demasiado generalistas podem transmitir conhecimento útil, mas nem sempre oferecem ferramentas práticas suficientes para responder às exigências de recrutamento atuais.

Por exemplo, aprender conceitos introdutórios não equivale a desenvolver competências específicas em programação web ou ferramentas digitais utilizadas diariamente pelas empresas. Quanto mais concretas forem as competências adquiridas, maior facilidade terá em demonstrar valor e em destacar-se num processo de seleção.

 

Procure formação com componente prática obrigatória

A experiência continua a ser um dos fatores mais valorizados pelos empregadores, mesmo em posições de entrada. Opte por cursos que incluam estágio, simulações profissionais ou projetos aplicados para que possa desenvolver autonomia e familiaridade com o que vai encontrar no mercado.

Além disso, a componente prática ajuda a construir portefólio e referências profissionais, elementos muitas vezes decisivos para conseguir as primeiras oportunidades.

 

Avalie o formato e a compatibilidade com a sua realidade

Muitas pessoas procuram formação para mudar de carreira ou progredir profissionalmente enquanto mantêm a sua atividade laboral. Se é o seu caso, os formatos flexíveis como pós-laboral, híbrido ou online podem ser determinantes para garantir a continuidade até à conclusão do curso.

 

Verifique as certificações e o reconhecimento no setor

Em várias áreas técnicas, a certificação profissional assume um papel fundamental no acesso ao emprego. Confirme se o curso tem reconhecimento institucional ou ligação a entidades do setor que possa facilitar o processo de candidatura a funções específicas.

Mais do que o nome do curso, importa perceber se as competências a adquirir serão reconhecidas pelos empregadores e se estão alinhadas com requisitos legais ou profissionais.

 

Cursos com maior empregabilidade

Na New Career Network, acreditamos que a formação só faz sentido quando gera oportunidades reais de (re)entrada no mercado de trabalho. Por isso, selecionamos apenas formações em áreas com uma forte procura e com uma taxa de empregabilidade igual ou superior a 70%, garantindo que cada percurso formativo tem um verdadeiro potencial de impacto na vida profissional de quem procura mudar de área ou voltar a trabalhar.

 

Curso de Growth Marketing Full-Time Online – Le Wagon

Durante esta formação em Growth Marketing, os participantes vão aprender a gerir campanhas de aquisição de tráfego, a otimizar resultados e a analisar métricas de desempenho. É um curso que permite desenvolver competências aplicáveis em marketing, comunicação ou em projetos próprios. Com uma forte componente prática, os formandos saem preparados para enfrentar os desafios do mercado, com um portefólio relevante que aumenta a sua empregabilidade.

 

Curso de Auxiliar de Ação Médica – PRO_MOV | IEFP

Neste curso, os formandos vão aprender sobre a recolha de amostras biológicas e a higienização adequada dos espaços hospitalares. Além disso, irão desenvolver competências logísticas e administrativas, essenciais para o funcionamento eficiente de unidades de saúde.

 

UX/UI Design Full-Time Remote – Ironhack

O bootcamp de UX/UI design com inteligência artificial combina aprendizagem prática e ferramentas de ponta para preparar profissionais para o mercado tecnológico.

Esta formação é indicada tanto para iniciantes como para quem pretende atualizar competências. Os participantes vão aprender a criar designs responsivos e frameworks modernas como Framer. Durante a formação, cada projeto será desenvolvido com foco na aplicabilidade real, para construir um portfólio robusto que demonstre as suas competências concretas a empregadores em empresas digitais, startups e agências de design.

Curso de Auxiliar de Educação Infantil e Babysitting – Master D

Este curso prepara profissionais para apoiar o desenvolvimento global de crianças dos 0 aos 12 anos, através da promoção de saúde, segurança e aprendizagem.

Destina-se a candidatos com ou sem experiência que desejem trabalhar como auxiliares de educação infantil, babysitters ou animadores, bem como a profissionais que pretendam atualizar competências. Ao longo da formação, os formandos vão aprender a criar atividades educativas, cuidar de crianças em situações de risco ou com necessidades especiais, e a colaborar de forma integrada com famílias e instituições. A formação inclui ainda a possibilidade de estágio.

 

Mas com tantas opções disponíveis, a pergunta que surge muitas vezes é: quais são os cursos com mais saídas profissionais?

Descubra as áreas e profissões com maior empregabilidade, assim como dicas práticas para escolher o caminho certo para a sua carreira.

 

Dicas para escolher cursos com mais saídas profissionais

A escolha não se deve basear apenas na paixão por uma área ou nas tendências do momento. Uma decisão informada exige analisar vários fatores que influenciam a empregabilidade, a progressão na carreira e a satisfação profissional a longo prazo. Antes de tomar uma decisão, vale a pena considerar alguns aspetos essenciais.

 

Analise a empregabilidade da área

Procure informação sobre a taxa de emprego do curso que pretende realizar. Analise indicadores como o número de recém-licenciados inscritos como desempregados após concluírem a formação em questão, para conseguir avaliar as oportunidades reais de integração no mercado de trabalho.

Na NCN encontra uma seleção de formações flexíveis selecionadas pela sua empregabilidade. Estamos a falar de um catálogo formativo curado, em que cada formação apresentada tem, pelo menos, uma taxa de empregabilidade superior a 70%.

 

Compare salários e o percurso profissional

O salário inicial nem sempre reflete o potencial da profissão a médio e longo prazo. É importante perceber não só quanto se ganha numa posição, mas também o percurso necessário para chegar lá:

 

Avalie os seus interesses e competências

Escolher apenas com base na empregabilidade ou no salário pode levar à frustração profissional. Um curso pode exigir meses ou anos de dedicação (dependendo do tipo de formação e do formato de aprendizagem), pelo que é importante considerar os seus interesses pessoais, a capacidade de estudo e o seu perfil individual. Pergunte-se: gosto das disciplinas principais do curso? Consigo imaginar-me a trabalhar nesta área diariamente? Prefiro um trabalho técnico, criativo ou contacto com pessoas?

 

Procure o contacto real com a profissão

Sempre que possível, tente conhecer a realidade da profissão antes de decidir. Falar com profissionais da área, procurar testemunhos ou realizar pequenas formações introdutórias pode evitar escolhas precipitadas. Fazer estágios, workshops ou cursos de curta duração são formas eficazes de perceber se a área corresponde às expectativas.

 

Cursos com mais saídas profissionais

Na NCN encontra cursos pensados para oferecer competências práticas e valorizadas no mercado, tanto para quem quer iniciar uma carreira como para profissionais que procuram mais especialização ou reconversão. Eis algumas opções de destaque:

Técnico de Segurança no Trabalho Pós-Laboral – CICCOPN

Esta formação prepara profissionais para garantir condições de segurança e saúde em ambientes de trabalho, uma competência essencial em setores como construção, indústria e serviços. É uma excelente oportunidade de progressão para quem pretende assumir funções com maior responsabilidade.

 

Growth Marketing Full-Time Online – Le Wagon

O Curso de Growth Marketing é ideal para quem deseja aprender a atrair e converter clientes através de estratégias digitais. O curso aborda a aquisição de tráfego, a otimização de campanhas e a análise de resultados. Os participantes desenvolvem competências úteis para trabalhar em marketing, comunicação ou projetos próprios, com uma forte componente prática e aplicável ao mercado real.

 

Front-End Developer Pós-Laboral – TechOf

O curso capacita os formandos para desenvolver interfaces web modernas com HTML, CSS, JavaScript e frameworks como React. Inclui conceitos de UX/UI, construção de Single Page Applications (SPA), metodologias colaborativas e integração de Inteligência Artificial em projetos digitais. A componente prática permite criar um portfólio profissional robusto, pronto para o mercado.

 

Auxiliar de Ação Médica – PRO_MOV | IEFP

Esta formação prepara os formandos para apoiar equipas clínicas na prestação de cuidados de saúde, colaborar na recolha e transporte de amostras biológicas e garantir processos de higienização hospitalar. Além disso, desenvolve competências em apoio logístico e administrativo em unidades de saúde, abrindo portas a carreiras consolidadas neste setor.

 

 

Será que vale a pena investir naquele curso online? O certificado vai realmente contar no currículo ou é apenas mais um documento para guardar?

Num mercado onde surgem novas formações todos os dias – muitas delas com promessas rápidas de mudança de vida – distinguir aprendizagem de certificações com verdadeiro reconhecimento, tornou-se um desafio.

Para quem procura evoluir na carreira, mudar de área ou simplesmente manter as suas competências atualizadas, escolher bem onde investir o seu tempo e dinheiro é cada vez mais importante.

Mas afinal, o que significa uma formação ser certificada? Como saber se tem valor no mercado? E como escolher a opção certa?

 

Formação certificada: o que é e para que serve?

A formação certificada é uma ação de formação reconhecida por uma entidade competente, que valida oficialmente as competências adquiridas pelo formando. No final, é emitido um certificado com valor formal, que pode ser utilizado para comprovar as qualificações junto de empregadores, entidades públicas ou em processos de recrutamento.

Em Portugal, muitas formações certificadas são ministradas por entidades formadoras reconhecidas pela DGERT (Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho).

Esta certificação garante que a entidade cumpre determinados critérios de qualidade pedagógica, de organização e avaliação. Na maioria dos casos, os certificados são registados na plataforma SIGO (Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa), permitindo que fiquem associados ao percurso formativo do participante.

 

Vantagens da formação certificada

O retorno de uma formação certificada vai além de receber um diploma no fim. Quando bem escolhida, pode ter impacto direto na sua empregabilidade e nas oportunidades profissionais futuras.

 

Maior credibilidade junto de empregadores

Um certificado reconhecido demonstra que as competências foram avaliadas segundo critérios definidos para a formação. Para os recrutadores, isso reduz a incerteza sobre o nível real de conhecimentos do candidato. Na verdade, a OCDE destaca que qualificações formais e reconhecidas sinalizam um conhecimento especializado e estão associadas a melhores oportunidades de emprego e salários mais elevados. Portanto, num processo de seleção, dois perfis semelhantes podem diferenciar-se precisamente pela formação certificada apresentada.

 

Possibilidade de progressão profissional

Em muitas empresas, a evolução para funções com mais responsabilidade depende da aquisição de novas competências.

A ICDL também confirma que os cursos certificados podem abrir portas a promoções, novas oportunidades de trabalho ou novas funções dentro da própria organização.

 

Facilita as mudanças de carreira

Quem pretende mudar de área enfrenta muitas vezes a falta de experiência prática. Uma formação certificada ajuda a criar bases sólidas, facilita a mobilidade profissional, a adaptação às mudanças do mercado de trabalho e transmite maior confiança aos empregadores. Por exemplo, alguém que trabalhou em comércio pode iniciar uma transição para a área de logística, manutenção industrial ou marketing digital através de formação reconhecida.

 

Reconhecimento formal das competências

Em concursos públicos, candidaturas institucionais ou processos internacionais, a certificação pode ser determinante. Muitas organizações exigem comprovativos formais de competências como requisito – algo que os cursos informais ou autodidatas nem sempre conseguem garantir.

 

Acesso a profissões regulamentadas

Por último, algumas profissões exigem formação certificada por motivos legais ou de segurança. É o caso de áreas como formação de formadores (CCP), auxiliar de saúde e condução de máquinas ou equipamentos técnicos. Nestes contextos, a certificação não é apenas uma vantagem, é um requisito.

 

Como escolher a formação certificada certa

Ter um certificado no final não garante, por si só, melhores oportunidades de carreira. O verdadeiro valor está na forma como a formação responde aos seus objetivos, às necessidades reais do mercado de trabalho e à aplicação prática das competências adquiridas.

 

1. Defina primeiro o que quer alcançar

Antes de escolher uma área ou programa, vale a pena parar e refletir sobre o que pretende mudar na sua vida profissional. Pergunte-se: quer mudar completamente de área? Procura maior estabilidade profissional? Pretende aumentar o salário ou assumir mais responsabilidades? Além disso, valide se precisa de uma certificação obrigatória para as funções que ambiciona exercer.

Nem sempre é fácil responder a estas perguntas. Muitas pessoas acabam por escolher cursos sem perceber se estão realmente alinhados com o seu perfil ou com as necessidades do mercado. A boa notícia é que a NCN – New Career Network utiliza inteligência artificial para analisar as competências, a experiência profissional e os objetivos individuais para sugerir o percurso formativo mais ajustado a cada perfil.

 

2. Analise as competências que realmente lhe faltam

Uma forma simples de perceber o que o mercado procura é analisar as ofertas de emprego da área onde quer trabalhar. Observe os padrões: ferramentas ou softwares frequentemente mencionados, certificações técnicas pedidas de forma recorrente, bem como os anos de experiência exigidos e as competências associadas.

Esta análise ajuda a evitar formações demasiado genéricas e transforma a aprendizagem num investimento direcionado para oportunidades reais.

 

3. Confirme se existe ligação ao mercado de trabalho

Uma formação pode ter bons conteúdos e ainda assim ter pouco impacto profissional. Procure programas que incluam projetos práticos, aprendizagem em contexto real, contacto com empresas, estágios ou projetos, pois tendem a facilitar a entrada ou a progressão no mercado.

Além disso, sempre que possível, tente perceber o que acontece depois da formação. Isto é, se existem antigos formandos empregados na área, acesso a uma rede de alumni, parcerias com empresas e se existe apoio na preparação do currículo ou de entrevistas.

 

4. Avalie o formato e a compatibilidade com a sua rotina

Uma formação exigente pode ser positiva, desde que seja compatível com a sua vida pessoal e profissional. Os cursos online oferecem-lhe mais flexibilidade e permitem aprender ao próprio ritmo, mas exigem disciplina e autonomia. Para quem trabalha a tempo inteiro ou tem horários variáveis, podem ser uma boa solução.

Por outro lado, as formações presenciais ou síncronas oferecem maior acompanhamento e interação direta com os formadores e colegas, algo especialmente útil em áreas técnicas ou práticas.

Antes de decidir, avalie:

 

5. Verifique o reconhecimento da certificação no setor

Nem todas as certificações têm o mesmo peso. Algumas são amplamente reconhecidas por empresas ou exigidas legalmente em determinadas funções, enquanto outras têm um valor mais limitado.

Sempre que possível:

Em áreas como segurança no trabalho, saúde ou indústria, a certificação pode ser determinante para exercer certas funções. Já em áreas criativas ou digitais, o portifólio prático pode ter tanto peso quanto o certificado. Neste caso, procure formações certificadas que incluam projetos práticos que poderá incluir no portifólio.

 

6. Pense no impacto a médio prazo

Nem todas as formações trazem resultados imediatos. As técnicas especializadas ou transversais, como gestão de projetos ou análise de dados, tendem a manter a sua relevância ao longo do tempo. Já os conhecimentos muito específicos ou associados a ferramentas podem perder valor rapidamente.

 

As melhores formações certificadas

Deixamos algumas sugestões de formações certificadas que vale a pena conhecer.

 

Técnico de Segurança no Trabalho Pós-Laboral – CICCOPN

Esta formação prepara profissionais para garantir as condições de segurança e de saúde necessárias em ambiente de trabalho. É uma área transversal a setores como a construção, indústria e serviços, e oferece oportunidades de progressão para quem já atua no mercado.

 

Curso de Cozinha – Master D

Este Curso de Cozinha da Master D é indicado para iniciar uma carreira na área da gastronomia ou desenvolver competências culinárias com aplicação profissional. Aborda técnicas de preparação, organização de cozinha e normas de higiene, e abre portas a oportunidades em restaurantes, hotéis ou negócios próprios.

 

Auxiliar de Ação Médica – PRO_MOV – IEFP

Este curso permite desenvolver competências para uma prestação de cuidados de saúde de excelência, focada no doente. A componente prática em contexto real consolida os conhecimentos e prepara os formandos para integrar equipas clínicas com maior segurança e responsabilidade.

 

Eletromecânico de Manutenção Industrial – PRO_MOV – IEFP

O Curso de Eletromecânico de Manutenção Industrial capacita os profissionais para realizar serviços de manutenção industrial, preparar locais para a instalação de equipamentos e intervir em sistemas técnicos complexos. A procura é elevada procura por mão de obra qualificada no setor.

 

Curso de Marketing Digital Certificado – Master D

Esta formação completa prepara os formandos para trabalhar em SEO, publicidade online, redes sociais, email marketing, marketing de conteúdos e análise de dados. Permite desenvolver competências práticas com ferramentas como Google Ads, Google Analytics, Google Tag Manager, além de dar acesso a uma bolsa de emprego e estágio da Master D.

 

Além de serem formações certificadas e reconhecidas, tratam-se de cursos com uma taxa de empregabilidade superior a 70%. Aceda ao nosso catálogo formativo e explore as oportunidades que selecionamos para si.

 

Está a passar por uma fase de estagnação ou insegurança sobre o seu futuro profissional? Ou a pensar em dar um novo rumo à sua carreira?
Em situações como estas, a formação financiada pode fazer a diferença. Mais do que cursos ou certificados, trata-se de uma oportunidade concreta para aprender, atualizar-se e abrir portas para novas oportunidades.

Perceba como funciona a formação financiada em Portugal e como transformar esta oportunidade em vantagens reais para a sua carreira.

 

O que é formação financiada?

O termo formação financiada refere se a cursos cujo custo é total ou parcialmente pago por programas públicos, geralmente através do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ou de fundos europeus. Estas ações têm como objetivo aumentar as competências da população ativa (empregados, independentes, desempregados) e responder às necessidades do mercado de trabalho atual.

 

Os tipos mais comuns são:

 

Vantagens da formação financiada

A formação financiada oferece benefícios concretos para os profissionais.

 

 

Principais programas de formação financiada

Em Portugal, o IEFP é a principal entidade responsável pela formação financiada, que envolve desde a coordenação de medidas que visam melhorar as competências, apoio à empregabilidade e resposta às necessidades de qualificações do mercado de trabalho.

Entre as mais conhecidas está o Cheque Formação, um incentivo que pretende apoiar os trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes, empresários em nome individual e desempregados na qualificação profissional. Este apoio cobre de forma total ou parcial o custo de cursos reconhecidos pelo mercado, para que atualize as suas competências sem encargos diretos.

Para profissionais interessados em competências digitais, o Cheque Formação Digital, no âmbito do Programa Emprego + Digital 2025, oferece até 750 euros de reembolso por ano após a conclusão de formações certificadas. As formações podem ser presenciais, online ou híbridas, desde que ministradas por entidades oficialmente reconhecidas.

Todas estas iniciativas são pensadas para quem pretende evoluir profissionalmente, quer esteja no início da carreira, em processo de reconversão, ou a querer reforçar competências específicas, em especial em áreas emergentes como as digitais.

E é aqui que a New Career Network Portugal (NCN) se torna uma peça importante para quem procura orientação profissional. A plataforma utiliza inteligência artificial para analisar o seu perfil, avaliar competências e sugerir os próximos passos para evoluir na carreira.

Através da NCN, pode aceder a formações cuidadosamente selecionadas, com mais de 70% de empregabilidade, e encontrar oportunidades de emprego no mercado português.

 

Como escolher formação financiada

Antes de avançar com uma candidatura, considere os seguintes pontos.

 

1. Defina os seus objetivos profissionais

Antes de qualquer candidatura, é importante esclarecer o que pretende atingir com a formação. Quer reforçar competências na sua área atual, preparar-se para uma promoção, mudar de setor ou adquirir novas qualificações digitais? Esta definição vai guiar a escolha do curso mais relevante e garantir que o investimento de tempo seja realmente útil.

 

2. Verifique a certificação e o reconhecimento do curso

Para que a formação seja elegível para financiamento, é fundamental que a entidade formadora seja certificada pela DGERT ou reconhecida no âmbito das medidas públicas aplicáveis. No caso do Cheque-Formação + Digital, apenas formações enquadradas nas áreas elegíveis do programa e ministradas por entidades reconhecidas garantem o acesso ao reembolso.

Verifique também se o curso oferece certificação profissional válida e registada oficialmente, uma forma de valorizar o seu currículo no mercado de trabalho.

 

3. Analise a empregabilidade da formação

Nem todos os cursos geram as mesmas oportunidades de emprego. Formações com ligação direta a setores em crescimento, como tecnologia, marketing digital, logística, saúde ou competências digitais, tendem a apresentar maior retorno profissional.

Consulte os dados de empregabilidade, testemunhos de alunos antigos ou recomendações de plataformas especializadas, como o New Career Network, que indicam cursos com impacto real no mercado.

 

4. Escolha o formato que melhor se adapta ao seu ritmo e disponibilidade

A formação financiada pode ser presencial, online ou híbrida. Avalie o tempo disponível, a distância até à entidade formadora e a flexibilidade de horários antes de se inscrever. Um curso com horários incompatíveis ou demasiado exigente pode comprometer a conclusão e, consequentemente, o acesso ao financiamento.

 

5. Verifique os pré-requisitos e a elegibilidade

Cada curso tem requisitos específicos. Alguns podem exigir experiência prévia, idade mínima, vínculo laboral, residência legal em Portugal ou regularidade de contribuições para a Segurança Social. Ler atentamente estas condições evita surpresas e assegura que a candidatura será aceite.

 

6. Consulte o conteúdo e o plano curricular

Antes de escolher, analise o programa do curso: módulos, competências adquiridas, duração e avaliação. Certifique-se de que os temas são relevantes para os seus objetivos profissionais e que o curso oferece uma formação prática e aplicada ao mercado de trabalho.

 

7. Planeie as candidaturas e os prazos

A maior parte das medidas públicas tem prazos limitados e um orçamento condicionado. Prepare a documentação necessária com antecedência e inscreva-se atempadamente para garantir o acesso à formação desejada e ao respetivo financiamento.

 

Para além da formação financiada, existem também iniciativas gratuitas promovidas por entidades públicas e privadas que podem complementar o seu desenvolvimento profissional. Assim, consegue continuar relevante no mercado sem mexer nas suas finanças.

 

Formações financiadas: quais escolher?

A formação financiada em Portugal tem evoluído para responder diretamente às necessidades reais das empresas e aos setores com maior procura de profissionais qualificados. Aqui ficam alguns bons exemplos.

 

Auxiliar de Ação Médica – PRO_MOV | IEFP

Este curso prepara os formandos para apoiar equipas clínicas na prestação de cuidados de saúde, colaborar na recolha e transporte de amostras biológicas, e assegurar processos de higienização hospitalar. Também prepara para prestar apoio logístico e administrativo em unidades de saúde.

 

Eletromecânico de Manutenção Industrial – PRO_MOV | IEFP

Esta formação responde à forte procura por técnicos especializados na indústria portuguesa. Os formandos desenvolvem competências em eletrónica industrial, automatismos, autómatos programáveis, sistemas elétricos e manutenção preventiva e corretiva de equipamentos industriais.

 

Junior FullStack Developer – Bytes4Future

Este programa trata-se de uma formação gratuita focada no desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais necessárias para entrar no mercado digital. Ao longo do curso, os participantes aprendem programação front-end e back-end com tecnologias como HTML, CSS, JavaScript, React, Node.js e bases de dados, complementadas com inglês técnico, soft skills e preparação profissional.

 

Operador Agrícola Especializado – PRO_MOV | IEFP

Este curso prepara os profissionais para a instalação, manutenção e proteção de culturas agrícolas, operação segura de maquinaria e aplicação de técnicas sustentáveis compatíveis com a preservação ambiental. Entre os conteúdos abordados encontram-se a segurança no trabalho agrícola, a condução de tratores, a proteção fitossanitária, as técnicas de poda e enxertia e a gestão sustentável do solo.

 

Eletricista de Instalações Sustentáveis – PRO_MOV | IEFP

Este curso prepara técnicos capazes de trabalhar com a eficiência energética, domótica, mobilidade elétrica e o autoconsumo solar. Os conteúdos incluem instalações elétricas modernas, segurança elétrica, automatismos, redes de carregamento elétrico e microgeração energética.

 

Front-End Developer Pós-Laboral – TechOf

O curso prepara os formandos para desenvolver interfaces web modernas através de HTML, CSS e programação em JavaScript, incluindo frameworks atuais como React. Ao longo da formação são abordados os conceitos de UX/UI, construção de Single Page Applications (SPA), metodologias colaborativas e a integração de Inteligência Artificial em projetos digitais. A forte componente prática permite criar um portfólio técnico através de projetos individuais e em equipa.

 

Sabia que metade dos trabalhadores precisará de algum tipo de reskilling até 2025 para acompanhar a crescente exigência tecnológica e digital? Mais do que uma resposta à mudança, o reskilling é hoje um fator de mobilidade social, empregabilidade e competitividade económica.

Mas afinal, o que significa exatamente reskilling? E, mais importante, como pode ser feito de forma eficaz?

 

O que é reskilling?

Reskilling é o nome dado ao processo de adquirir novas competências para desempenhar funções diferentes daquelas que atualmente ocupa.

Ao contrário do upskilling, que se foca em melhorar as habilidades já existentes, o reskilling permite que os profissionais se reinventem, mudem de área ou se adaptem a novas exigências do mercado. Além disso, aumenta a relevância e o potencial de crescimento dos colaboradores dentro ou fora da empresa.

 

Porquê investir em reskilling?

À medida que o mercado de trabalho evolui, as funções mudam. O reskilling surge como uma ferramenta indispensável para enfrentar as mudanças, e há vários motivos para isso.

 

Adaptação às mudanças do mercado

O mercado de trabalho está em constante transformação devido à automação, à inteligência artificial, digitalização e transição energética. Estas tendências estão a eliminar funções rotineiras, mas simultaneamente a criar novas oportunidades em tecnologia, análise de dados, sustentabilidade e economia digital.

Segundo a McKinsey Global Institute, até 2030, cerca de 375 milhões de trabalhadores no mundo poderão ter de mudar de ocupação devido à automação. A requalificação será essencial para garantir essa transição.

Para que esteja sempre o mais atualizado possível, investir em reskilling é uma excelente solução para se adaptar melhor às mudanças do mercado e garantir a relevância e a continuidade da sua carreira.

 

Aumento da empregabilidade

Os profissionais com competências diversificadas são os mais procurados e têm mais oportunidades. O World Economic Forum identifica como competências mais procuradas pelas empresas a análise de dados, o pensamento analítico, a literacia digital, a resolução de problemas complexos e as competências tecnológicas.

O reskilling pode abrir portas para funções diferentes, para reduzir o risco de desajuste profissional ou até ajudar a evitar o desemprego.

 

Retenção de talentos

As empresas que investem em programas de reskilling interno demonstram maior comprometimento com o desenvolvimento dos seus colaboradores. Com isto, aumenta-se a satisfação, a lealdade e reduz-se a rotatividade, criando-se uma cultura organizacional mais sólida e próxima.

 

Inovação e competitividade

Os colaboradores com novas competências contribuem para processos mais eficientes, soluções mais criativas e uma maior capacidade de inovar. As organizações com profissionais versáteis conseguem responder rapidamente às mudanças do mercado e manter-se competitivas.

 

O reskilling como fator transformador de vida

O impacto do reskilling não é apenas profissional, é, acima de tudo, estrutural.

 

Reskilling para profissionais ativos:

 

Reskilling para desempregados:

 

Requalificação interna nas empresas:

 

 

Como fazer reskilling de forma eficaz

O erro mais comum é encarar o reskilling como “fazer um curso”. Quando na verdade, se trata de uma decisão estratégica de carreira.

Para garantir que o reskilling tenha um impacto real no seu percurso profissional, siga estes passos práticos:

 

1. Identifique as competências estratégicas para o futuro

Antes de iniciar qualquer curso ou formação, analise quais são as competências que o mercado ou a sua empresa atual valorizam. Pergunte-se: “Quais são as funções que vou querer desempenhar daqui a 1-3 anos?” e “Quais são as competências essenciais para isso?”. Por exemplo, se pretende migrar da área de atendimento ao cliente para a análise de dados, é provável que precise de competências em Excel, SQL ou ferramentas de visualização como Power BI.

 

2. Escolha cursos diretamente aplicáveis à nova função

Nem todos os programas de formação são iguais. Procure cursos que forneçam habilidades práticas e que possam ser aplicadas desde cedo. Prefira formações estruturadas, como bootcamps, certificações reconhecidas ou módulos focados em projetos reais, em vez de cursos genéricos.

 

3. Avalie o retorno para a sua carreira

Antes de se comprometer, verifique se a formação o aproxima do objetivo desejado. Pergunte-se: “Este curso abre portas para promoções, novas funções ou para a mudança de área dentro da minha empresa ou no mercado?” Tente perceber se o tempo e esforço investidos vão gerar resultados concretos no seu percurso profissional.

 

4. Comece com cursos focados e módulos práticos

Em vez de tentar absorver tudo de uma vez, divida o reskilling em etapas: pequenos módulos, exercícios práticos e projetos piloto são ideais para consolidar novas competências. Além disso, estas abordagens permitem perceber se este é realmente o caminho que deseja seguir antes de investir em formações mais longas ou avançadas.

 

5. Defina metas claras e mensuráveis

Vincule a formação a objetivos concretos. Por exemplo, se ambiciona ser capaz de criar dashboards de análise de dados completos ou assumir responsabilidades de marketing digital no próximo trimestre, será mais fácil escolher o curso que forneça as competências necessárias para atingir essas metas. Definir objetivos claros ajuda a manter o foco, a medir o progresso e a avaliar os resultados de forma objetiva.

 

6. Procure mentoria e feedback

Durante o seu processo de reskilling, envolva colegas ou especialistas da nova área. Os mentores podem orientar sobre as prioridades de aprendizagem, corrigir erros e dar insights sobre como aplicar o conhecimento de forma eficaz.

 

7. Aplique imediatamente as novas competências

O verdadeiro impacto do reskilling surge quando o conhecimento é usado. Participe em projetos reais, proponha iniciativas ou assuma tarefas na nova área. Quanto mais aplicar, mais rápido vai conseguir consolidar a aprendizagem e demonstrar valor para a empresa.

 

8. Crie um plano contínuo de reskilling

Lembre-se: o reskilling é um processo contínuo de adaptação. Depois de completar um curso ou projeto, reveja as suas competências, identifique possíveis lacunas e planeie a próxima etapa. À medida que o mercado e as funções evoluem, a aprendizagem contínua garante que se mantém relevante e preparado para as novas oportunidades e necessidades do setor.

 

Cursos de formação profissional NCN

A NCN (New Career Network) reúne programas de formação profissional alinhados com as necessidades reais do mercado de trabalho com elevada procura e saídas profissionais concretas. Estes são alguns dos cursos em destaque que possuem uma taxa de empregabilidade superior a 70%.

 

JavaScript Programming – Cisco Networking Academy

Este curso permite construir competências em JavaScript desde o nível básico até à certificação profissional. Os formandos aprendem a criar aplicações, trabalhar com variáveis, funções, estruturas de controlo e depuração, e a aplicar conhecimentos em projetos práticos. Após a conclusão, é possível obter certificações reconhecidas internacionalmente, como a JSE – Certified Entry-Level JavaScript Programmer e a JSA – Certified Associate JavaScript Programmer.

 

Curso de Marketing Digital – Master D

Neste curso, serão abordados temas como redes sociais, publicidade online e estratégia de conteúdos, que permitem aos participantes desenvolver competências relevantes para trabalhar em comunicação digital, pequenas empresas ou projetos próprios.

 

Curso de Eventos, Relações Públicas e Marketing – Master D

Este curso prepara os formandos para atuar em relações públicas, marketing e gestão de eventos, capacitando-os para promover e representar empresas, produtos e serviços, planear e organizar eventos de diferentes tipos (feiras, congressos, festivais). Também ficam aptos para analisar a concorrência, o mercado e a necessidades do cliente, assim como desenvolver estratégias de comunicação e marketing 360º e aplicar técnicas de venda, negociação e atendimento ao cliente.

 

UX/UI Design Full-Time Remote – Ironhack

Esta formação foca-se na criação de interfaces digitais funcionais e intuitivas. Os participantes desenvolvem competências em prototipagem, design centrado no utilizador, acessibilidade e design responsivo, de modo a ficarem preparados para atuar no desenvolvimento de produtos digitais.

 

Curso de Energias Renováveis – Master D

O curso prepara os formandos para atuar na instalação, manutenção e otimização de sistemas solares térmicos, fotovoltaicos e eólicos. Durante a formação, são abordadas as principais fontes de energia renovável, incluindo energia hídrica, solar de concentração, geotérmica, solar térmica, solar fotovoltaica e eólica. Os formandos têm contacto direto com as tecnologias utilizadas no setor, através de sessões práticas e projetos simulados que reproduzem situações reais.